JÚLIO MENDES: “NÃO PEDIMOS UM CHEQUE EM BRANCO A NINGUÉM”

© João Bastos

Júlio Mendes, na sessão de esclarecimento que decorreu nesta terça-feira à noite, na freguesia de Barco, referiu que o que distingue as duas candidaturas é o facto de terem “um projeto, uma equipa com experiência, que é algo que conjugado dá a estabilidade, uma das características dos clubes com sucesso. Para além disso, não pedimos um cheque em branco a ninguém. Quando lhes perguntamos o que o pensam disto ou daquilo dizem que não sabem bem que quando chegarem lá, se chegarem, vão perceber melhor. Verdadeiramente não se querem comprometer com coisa nenhuma. O que estão a pedir, portanto, é um cheque em branco aos vitorianos. E querem iludir as pessoas, porque ainda ontem trouxeram mais uma espécie de visão quimérica, a ideia de que vão chegar 70 milhões de euros ao Vitória”.

Eduardo Leite: “É uma questão de justiça que está aqui também em causa”

Na mesma sessão, o atual presidente do Conselho Fiscal do Vitória afirmou, “Nesta campanha há dois grandes e distintos caminhos, e dá para perceber que um não tem nada que ver com o outro. Há um caminho que desde o dia 08 de janeiro só se preocupa em criticar, porque a critica é fácil quando não de faz nada, vive da tentativa de exposição do Vitória pelas piores razões, da tentativa de lavar roupa suja, o que não dignifica uma campanha eleitoral. E depois há o outro caminho que é sempre o mais difícil, e nem sempre é o mais adorado, que é o de quem tenta esclarecer dizendo a verdade, assumindo que erramos, mas que vamos errar menos, explicando às pessoas porque é que fizemos desta forma e não daquela. E esse nem sempre é o caminho mais apelativo”, referiu Eduardo Leite.

Perante uma sala de vitorianos, Eduardo Leite comparou a lista A com um “enorme balão que encheu sempre mais um bocadinho sempre que surgia uma nova critica”, e que, ao chegar a campanha, o momento de falar e de apresentar propostas, “de dizermos o que queremos para o futuro do Vitória, que é o que está em causa no dia 24 e, sabem o que está a acontecer, o balão perdeu ar. Mais, no debate do passado sábado, rebentou, e sabem o que de lá saiu, apenas ar, nem uma proposta”.

O membro da lista B acrescentou ainda que “o vitoriano não é injusto e sempre soube louvar os seus e seria de uma tremenda injustiça, depois da história recente do Vitória, e todos percebemos onde estava o Vitória há uns anos atrás, e percebemos quantas pessoas quiseram pegar naquele barco que estava a afundar, não dar a esta equipa, a esta direção, a estes órgãos sociais, a oportunidade de ter, provavelmente, o primeiro mandato tranquilo, com capacidade para alavancar o Vitória e para provar que com um pouco mais se pode fazer muito melhor”, concluiu.

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