Em comunicado, a Lista A acusa autarcas e responsáveis políticos de estarem a tentar condicionar clubes, alegadamente através de “pagamento de jantares” e “promessas de apoios e benefícios futuros” em troca de votos.
Segundo a candidatura, este alegado plano de ingerência terá sido “orquestrado por um deputado da Assembleia da República, presidente da Concelhia do PS de Braga, candidato a vereador na Câmara Municipal e candidato à AF Braga”, referindo ainda a ligação de alguns intervenientes ao chamado “processo Tutti Frutti”.
A lista liderada por Miguel Azevedo considera a situação “particularmente grave”, sublinhando que “a ingerência dos políticos neste processo configura um perigoso regresso ao passado”, em que as instituições desportivas seriam instrumentalizadas para fins alheios ao futebol.
A candidatura recorda que as eleições da AF Braga representam “um momento crucial para a democracia desportiva” e apela a todos os clubes filiados que “não se deixem pressionar ou condicionar”.
“A Associação de Futebol de Braga é dos clubes e deve existir para servir o futebol, e não para ser utilizada como palanque político”, reforça a Lista A, garantindo estar mobilizada para assegurar “eleições livres, justas e transparentes”.
