LUÍS CASTRO ACREDITA QUE A EFICÁCIA PODE SER FÓRMULA DO SUCESSO

O Vitória recebe o FC Porto no próximo domingo, em jogo a contar para a jornada 20 do campeonato. Na antevisão ao encontro Luís Castro salientou a ambição da equipa e confirmou também a ausência de André André, por lesão.

O treinador do Vitória projetou este encontro admitindo a existência de duas equipas diferentes daquelas que se defrontaram no Dragão à terceira jornada. Luís Castro assume que a sua equipa é agora mais coordenada, mas reconhece que este será outro encontro de elevado grau de dificuldade, perante um FC Porto também diferente. “Difícil, difícil, mas com muita ambição. O FC Porto é uma das grandes equipas neste momento, sabemos que fez um percurso imaculado na Liga dos Campeões, está em primeiro e destacado no campeonato e sabemos que isso está associado a uma equipa muito forte. Em todos os momentos do jogo apresenta muita eficácia e é neste quadro de dificuldades que vamos abordar o jogo. Podemos ter sucesso olhando para nós, fazendo evoluir o nosso momento ofensivo de forma eficaz e defendendo também com muita eficácia”, explicou o técnico.

“Por muito que tentemos desenhar o jogo na nossa cabeça, muitas vezes ele foge aquilo que nós perspectivamos. O adversário pode levar-nos para patamares de dificuldade e tarefas que não imaginamos neste momento. Há coisas que são padrão no FC Porto e nós sabemos que o ataque à profundidade, nas costas da nossa linha defensiva, é procurado de forma constante. A pressão após a perda de bola também é muito eficaz”, afirmou Luís Castro acerca do adversário.

Acerca do mercado de transferências o treinador revelou que o Vitória tinha alvos que não conseguiu atingir, tendo tentado até ao último minuto contratar naquele que foi “um mercado caro”. “O ideal era termos 26 jogadores, ficamos com 24. O mercado esteve muito caro. Queríamos preencher esse lugares com jogadores que referenciamos, corremos atrás, mas não conseguimos”, começou por assumir. Tyler Boyd foi um dos atletas que deixou o clube nesta janela de transferências, numa tentativa de conseguir evoluir e ter mais minutos de jogo. “O Tyler não estava a ser muito utilizado e achamos que neste momento da sua vida ele deveria jogar mais assiduamente”, acrescentou.

Já Rochinha passou a integrar o plantel dos Conquistadores e é mais uma opção para Luís Castro. “Pode jogar como médio interior, com propensões mais ofensivas, e no corredor, pegando um pouco no jogo como pega o Tozé, em zonas mais interiores e funcionando como um dez. Portanto, como um ala, mas partindo dessa posição para outras mais interiores”, explicou o treinador acerca do reforço.

 

 

 

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