Luís Soares considera que “este é um orçamento difícil”

O Orçamento de Estado para 2021 foi hoje, 26 de novembro, aprovado com votos favoráveis do Partido Socialistas. Luís Soares destaca proposta que reforça o combate à pandemia.

O deputado do PS considera que “este é um orçamento difícil, porque o país e o mundo atravessam uma situação sanitária muito complexa motivada pela Covid-19, vírus que afetou a economia, que afetou os rendimentos das pessoas e afetou a estabilidade social que se recuperou desde 2015”, pode ler-se em nota enviada às redações.

Neste contexto, Luís Soares critica o Bloco de Esquerda e os Partidos de Direita, porque “rejeitaram uma proposta que reforça o combate à pandemia com apostas evidentes no Serviço Nacional de Saúde e no setor social que garante o apoio a quem perdeu rendimentos e não deixa de continuar a trabalhar o futuro do país em áreas tão essenciais como o da economia digital, da ferrovia, do combate às alterações climáticas e a prossecução de uma política de habitação para todos, quando o país mais precisava de apoio de todos os partidos, a Direita e o Bloco de Esquerda tenham rejeitado uma proposta de Orçamento”.

Entre as principais medidas do Orçamento de Estado, o deputado destaca as que na sua opinião são as mais importantes para Guimarães defendendo “que este orçamento mereceu o voto favorável do PS porque dá resposta e apoio a quem mais precisa, a quem continua a combater a pandemia e não deixa de preparar o futuro do país”.

Para Luís Soares essas medidas são:

  • A aposta de continuar a aumentar o salário mínimo nacional até aos 750€ em 2023;
  • A inscrição de 200 milhões de euros para desenvolvimento do sistema de mobilidade entre as cidades de Braga e Guimarães e que permitirá resolver problemas de mobilidade interna do Concelho;
  • O apoio do Ministério da Cultura através do programa sustentado de apoio às artes, fundamental para continuar a desenvolver Guimarães como cidade de cultura;
  • A construção do Posto da GNR de Lordelo;
  • A contratação de mais profissionais de saúde para os ACES, para os Hospitais;
  • Uma nova prestação social para as pessoas que perderam rendimento por força da Pandemia;
  • O aumento do valor do subsídio do desemprego;
  • O aumento extraordinário das pensões;
  • O apoio às instituições do setor social;
  • O aumento do abono de família;
  • A ampliação da gratuitidade das creches e o aumento do número de creches;
  • As medidas de apoio à economia e a retoma da atividade económica e aos sócios gerentes e aos trabalhadores independentes;

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