Luís Soares fica também “à espera da ação judicial”

O presidente da concelhia do PS de Guimarães, e deputado, está descontente com a decisão do Partido Social Democrata em formar um governo nos Açores que “defende a castração química, a pena de morte, mas também a destruição do sistema de segurança social e da saúde que protege os portugueses no desemprego”.

“A decisão do PSD de formar um governo nos Açores suportado por um Partido protofascistas que defende a castração química, a pena de morte, mas também a destruição do sistema de segurança social e da saúde que protege os portugueses no desemprego, na velhice e na doença merece censura e condenação veemente”, revela Luís Soares, presidente do PS de Guimarães, numa publicação nas suas redes sociais.

Luís Soares diz ainda que “merece uma censura forte do PSD Nacional, mas também o PSD Local”, nomeadamente André Coelho Lima, deputado vimaranense e vice-presidente do PSD, “que não só, não se distanciou desta solução, como normalizou o fascismo, defendendo que este acordo é uma solução natural”.

“O PSD é tradicionalmente um Partido Centro Direita, moderado e com esta decisão compromete a sua história progressista e humanista. Por cá e em Lisboa continuarei com todos os democratas a lutar contra o populismo e a ascensão do fascismo”, conclui o presidente da concelhia do PS de Guimarães.

Desta forma, Luís Soares fica também “à espera da ação judicial” que a direção do partido Chega anunciou esta semana que moverá relativamente às declarações que António Costa, o primeiro ministro, proferiu recentemente, acusando aquele partido de ser de uma “extrema-direita xenófoba e racista”.

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