MAIORIA DAS CRIANÇAS NO PRÉ-ESCOLAR EM GUIMARÃES ESTÃO NO PRIVADO

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), retratam a realidade do concelho na área da educação nos anos letivos de 2016/2017 e 2017/2018. Também no pré-escolar houve uma média de um docente por cada estabelecimento público de ensino.

 

 

Número de alunos, de estabelecimentos e de docentes, taxas de aproveitamento e retenções e número de computadores nas escolas são alguns dos dados revelados pelo INE a nível nacional, num anuário publicado no final de 2018 e que incide sobre os anos letivos de 2016/2017 e 2017/2018.

A realidade de Guimarães no setor da educação apresenta dados semelhantes aos de concelhos vizinhos, como Famalicão e Braga, e deixa clara a tendência para o privado no ensino pré-escolar. De acordo com os dados do INE, no período em análise havia 3.607 alunos inscritos no pré-escolar, sendo que desses 1.448 frequentavam estabelecimentos públicos e 2.159 estavam no privado.

Esta é, ainda assim, uma tendência verificada apenas nesse grau de ensino, sendo que entre o primeiro ciclo e o secundário a maioria dos alunos em instituições vimaranenses optou pelo público.
É também no pré-escolar que se regista a média mais baixa de docentes por estabelecimento, sendo que a mesma é três vezes superior no privado em relação ao público. Analisando os dados, temos conhecimento de que Guimarães tinha 88 estabelecimentos públicos para esse grau, havendo um total de 97 docentes.

Desse modo, cada escola tinha, em média, 1.1 docente. Já olhando para o privado, assinalava-se a existência de 36 estabelecimentos com um total de 109 professores, o que mos remete para uma média de 03 por cada escola.

Analisando a realidade vimaranense por comparação com a de Vila Nova de Famalicão, notámos uma maior diferença no que ao 1.º ciclo diz respeito. Enquanto em Guimarães há uma média de 5.93 docentes por escola, sendo que há 66 escolas e 392 docentes, em Famalicão essa média é de 6.44, havendo 348 professores para 54 estabelecimentos.

Quanto aos equipamentos informáticos disponíveis para uso dos alunos, percebemos que existiam, na altura analisada pelo INE e cujos dados são os mais recentemente divulgados, em menor proporção de que em Braga e Famalicão.

 

Leia o artigo na íntegra na edição desta semana do Mais Guimarães. 

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