MERCADO INTERNACIONAL CADA VEZ MAIS ALICIANTE PARA PRODUTORES DE VINHO

O panorama vinícola em Portugal está a passar por uma fase de transformação. Cada vez mais a tendência dos produtores, sobretudo dos pequenos produtores, é a de apostar nas exportações e na conquista do mercado internacional.

A procura constante de uma maior qualidade dos vinhos e de mecanismos que permitam uma maior produção faz parte das prioridades dos envolvidos no setor. No entanto, os custos que esse desenvolvimento acarreta levam a um inevitável aumento do preço da garrafa que chega até às mãos do consumidor. Com pouca margem no mercado nacional, a solução parece passar pela exportação.

Exemplo disso mesmo é a Casa de Sezim. Com séculos de história e há cerca de 40 gerações na mesma família, assumem-se como pequenos produtores, no que a quantidades diz respeito. “Para um micro-produtor de vinhos como nós, que temos uma produção média de 150 mil garrafas, os custos associados à produção de um vinho de qualidade são sempre mais altos”, explicou Tiago Oliveira, engenheiro alimentar.

“Cada vez mais estamos a tentar fazer vinhos de melhor qualidade e cada vez mais o custo de produção desses vinhos é maior. Tudo isso se traduz depois num preço de custo mais elevado. Isto se queremos um produto diferenciado”, afirmou Tiago Oliveira.

Conscientes de que o mercado português procura vinhos mais acessíveis, sobretudo os brancos, que são consumidos diariamente às refeições, na Casa de Sezim há cerca de 40% de volume de exportações.

Pode ler o artigo na íntegra, no nosso jornal, disponível a partir de hoje nas bancas

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