Meu pai dizia-me “meu filho, defende o clube da tua cidade”

Artigo publicado na edição de setembro da revista Mais Guimarães.

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O amor passa de geração em geração. Aos fins de semana, são muitos os almoços e jantares de família que se trocam pelo jogo de futebol ou pela ida a um qualquer pavilhão ver o clube que amamos. Agora, até trocamos o cartão de cidadão pelo cartão de sócio.

© Cláudia Crespo / Mais Guimarães

Luís Pliteiro vive o Vitória como, na verdade, quase todos vivemos. Cresceu numa família de vitorianos ferrenhos e alguns jogadores que por Guimarães estiveram, passavam a quadra natalícia em casa dos seus avós.

Perguntamos por uma história engraçada que tenha vivido que aconteceu por causa do futebol. Na sua cabeça, claramente, estavam várias imagens, muitas delas de deslocações – e talvez nem todas possam ser contadas -. Destacou, porém, quando, durante a Liga das Nações, no Salado Bar, estava com uns amigos “a conviver com um inglês e dar-lhe a provar macieira”. Repararam que um grupo de ingleses que por ali passava estava a “achar piada” ao que ali acontecia. Convidaram-nos para se juntarem e perceberam que eram de vários clubes tendo já feito centenas de viagens atrás da sua seleção. “Passamos o resto dos dias com eles e fortalecemos a amizade. Continuamos a comunicar através de redes sociais”, conta Luís Pliteiro.

Em 2019, quando o Vitória foi jogar a Londres, os amigos voltaram a juntar-se. “Vieram propositadamente ter connosco e ver o jogo. Fizeram-nos sentir em casa e agora estamos a planear uma ida nossa a um jogo inglês”, admite o vimaranense.

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