MIGUEL PINTO LISBOA ASSUME VITÓRIA COM “ORGULHO E RESPONSABILIDADE”

O 23.º presidente do Vitória, Miguel Pinto Lisboa, afirmou hoje sentir “orgulho” e “responsabilidade” por assumir a liderança do Vitória, tendo realçado que vai trabalhar com “tenacidade”, “convicção” e “obstinação” para tornar o clube “cada vez mais vigoroso” e torná-lo no quarto melhor de Portugal nos campos de futebol.

“Nunca deixámos de ser o quarto maior clube português, mas queremos voltar a sê-lo de forma consistente. Queremos ser uma voz ativa no panorama desportivo nacional e nas instâncias internacionais que regem o desporto”, frisou, na sua tomada de posse, decorrida no Centro de Artes e Espetáculos São Mamede.

O recém-empossado dirigente agradeceu ainda a presença dos candidatos derrotados nas eleições de 20 de julho, António Miguel Cardoso e Daniel Rodrigues, e também a de Mário Ferreira, acionista maioritário da SAD. “Queria saudar a presença de Mário Ferreira, que sempre fará parte da solução e nunca do problema. Bem revelador desse seu espírito e da sua vontade para levar mais longe o nosso Vitória, foi o passo muito firme que foi dado para permitir a esta nova direção a possibilidade de cumprir o prometido ao Vitória e aos seus sócios”, disse.

Miguel Pinto Lisboa disse ainda que não “vai retirar uma virgula ao seu programa”, de ter uma “liderança firme e independente no clube e na SAD”.

Já o novo presidente da Assembleia Geral, José Antunes, disse estar pronto para ajudar o clube a tornar-se “maior”, tendo ainda agradecido o trabalho da direção de Júlio Mendes nos últimos sete anos.

Antes, o presidente cessante, Júlio Mendes, desejou “sucesso” aos novos órgãos sociais e também “paz social” para desenvolverem o seu trabalho com a “força da competência”. O líder do Vitória entre 2012 e 2019 mostrou-se ainda disponível para colaborar no que for preciso com a direção de Pinto Lisboa.

Júlio Mendes lembrou ainda o “trabalho árduo” levado a cabo pela sua equipa, capaz de fazer do Vitória uma estrutura “mais organizada e mais capaz”, com mais “condições para cumprir o seu caminho”. “Terminámos a caminhada com a sensação de missão cumprida e a história fará justiça ao nosso trabalho”, afirmou.

De saída do clube, o dirigente agradeceu ainda o trabalho dos presidentes dos restantes órgãos sociais – Isidro Lobo (Mesa da Assembleia Geral), Eduardo Leite (Conselho Fiscal), Pedro Roque (Conselho de Jurisdição) e Carlos Alpoim (Conselho Vitoriano), dos funcionários do clube, dos atletas e dos colegas presidentes de outros clubes com quem trabalhou.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral cessante, Isidro Lobo, realçou, no seu discurso de despedida, que as assembleias gerais na sua presidência foram espaços “onde se discutiu o Vitória com civismo”.

A cerimónia contou com a presença dos membros dos órgãos sociais cessantes, dos candidatos derrotados nas últimas eleições, António Miguel Cardoso e Daniel Rodrigues, e de outras várias individualidades associadas ao clube, incluindo os antigos presidentes António Pimenta Machado e Emílio Macedo da Silva e o antigo treinador Manuel Machado.

 

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