Ministério Público pede a condenação de Júlio Mendes por falsificação de documentos

No âmbito do processo Éter, o procurador pede que o antigo presidente do Vitória, Júlio Mendes, seja condenado por falsificação de documentos nos contratos de publicidade com a Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

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No âmbito do processo Éter, o procurador pede que o antigo presidente do Vitória, Júlio Mendes, seja condenado por falsificação de documentos nos contratos de publicidade com a Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

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Júlio Mendes, bem como António Salvador, presidente do SC Braga, foi constituído arguido neste caso por falsificação de documentos em contratos de publicidade nas camisolas de ambos os clubes com o TPNP, de acordo com o Jornal de Notícias. Além disso, o ex-dirigente do Vitória foi acusado de corrupção, mas a procuradoria pediu a absolvição.

No processo Éter, o Ministério Público pediu a condenação, com pena de prisão, do presidente do TPNP, Melchior Moreira, acusado de 38 crimes. O dirigente desta associação está acusado de desviar 650 mil euros, juntamente com mais 28 arguidos, entre eles o ex-vice presidente do TPNP, Jorge Magalhães e a chefe do departamento operacional da entidade, Isabel Castro.

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