Movimento “Os Mesmos de Sempre a Pagar” passou pela cidade-berço

O Movimento “Os Mesmos de Sempre a Pagar” manifestou-se, esta manhã, na cidade-berço, contra o aumento do custo de vida, através de um buzinão. Pelas 08h15, cerca de duas dezenas de manifestantes marcaram presença em frente à Escola Francisco de Holanda.

© Mais Guimarães

Em comunicado às redações, o Movimento relembra que “todos os dias sobem os preços, todos os meses os nossos ordenados e pensões ficam mais pequenos”.

Considerando que “a guerra tem as costas largas”, vincam que “as sanções caem-nos em cima e o governo não faz nada para parar a especulação desenfreada”.  Assim sendo, consideram que “é preciso impor que os combustíveis, a alimentação, os transportes, os medicamentos, as rendas e todos os bens essenciais tenham preços justos e suportáveis para a maioria”. 

O Movimento reivindica que o Governo adote “medidas concretas” para combater a inflação, entre elas “a fixação e regulação dos preços dos combustíveis, da energia e de todos os bens essenciais em particular dos bens alimentares; a imediata redução do IVA de 13% para os 6% no gás e de 23% para os 6% na electricidade e que os dividendos das grandes empresas sejam, neste momento de crise desviados das contas dos acionistas para um fundo de emergência nacional para responder ao aumento do custo de vida”.

Em Guimarães, o buzinão não colheu uma adesão significativa, algo que também poderá ter acontecido devido às condições meteorológicas adversas.

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