MPL: “Sócios do Vitória têm todo o direito de saber o que se passou”

O presidente da SAD vitoriana comentou pela primeira vez a entrada do Vitória no processo que opõe Júlio Mendes e Armando Marques a Mário Ferreira.

Através de declarações ao jornal Ojogo, Miguel Pinto Lisboa mostra-se convicto das irregularidades dos contratos: “se é do Direito romano que nem tudo que é legal é moral, e isso para a instituição Vitória já seria grave, não tenho qualquer dúvida que estamos perante contratos que são ilegais e perante atos que são imorais”.




O Vitória aguarda que o tribunal decida a sua entrada no processo, contudo, de antemão, Pinto Lisboa garante “total intransigência na salvaguarda dos interesses financeiros e reputacionais do clube e SAD”.

O presidente vai mais longe e afirma àquele jornal desportivo nacional que “o esclarecimento deste lamentável processo terá de ser feito nos momentos e locais próprios, sendo certo que os adeptos do Vitória têm todo o direito de saber o que aconteceu e é esse o compromisso que quero sublinhar”.

Júlio Mendes e Armando Marques, respetivamente, exigem uma indemnização de 2,7 milhões de euros, devido a um alegado incumprimento de um acordo entre os dois e Mário Ferreira, principal acionista da SAD vitoriana. Em causa está o recebimento de prémios de desempenho devido a uma proposta superior a oito milhões de euros pelas ações de Mário Ferreira.

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