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O AMOR, A TRADIÇÃO E UMA CANTARINHA PARA CELEBRAR O DIA DOS NAMORADOS

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No Dia dos Namorados, o Museu Alberto Sampaio e a Loja Oficina unem-se para mostrar que há atos de amor que se prolongam com o tempo. Por isso, quinta e sexta-feira, o Museu Alberto Sampaio aposta numa programação direcionada para os mais novos. Com sessões de uma hora agendadas para as 10h00, 11h00, 14h00 e 15h00 de ambos os dias, o programa inicia-se com o teatro de sombras “Mãos Enamoradas”, onde as crianças poderão ficar a conhecer a história da Cantarinha das Prendas e do Bordado de Guimarães, que pode ser usado nos Lenços dos Namorados.


Depois, a visita segue para a Loja Oficina, na rua da Rainha, onde os mais novos poderão ver comos e faz uma cantarinha ou comos e borda um lenço— tudo demonstrado por quem sabe.

E quem sabe de cantarinhas é Maria Fernanda Braga, portimonense de berço e vimaranense por amor. Subiu o país pela oferta que o marido lhe fizera em solo algarvio: uma cantarinha, precisamente. Anos mais tarde, dedicou-se à olaria e hoje é guardiã dessa expressão artística milenar, mas que resiste ao passar do tempo. Agora, com 20 anos à volta do barro, tem uma exposição na Loja Oficina: “Retrospetiva 20 anos” é uma viagem pela evolução e Maria Fernanda Braga enquanto artista, pela tradição e pelos lugares e costumes vimaranenses que se colam à vivência de quem é (ou se torna) de Guimarães.

Maria Fernanda Braga não é filha de oleiros, mas tomou a tradição e fez do barro, vida. A profissão desvanece, mas ela resiste. As tradições que se representam na sua obra não eram as dela, mas tornaram-se. O balanço destes 20 anos, diz, “é bastante positivo”. Mesmo que, por vezes, “seja muito difícil ser artista”. A exposição está patente na Loja A Oficina, na rua da Rainha, até este sábado.

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