OFICINA FECHA O ANO A CELEBRAR

A cooperativa municipal Oficina apresentou, esta terça-feira, no renovado Café Concerto, a programação para os próximos quatro meses, com destaque para o encerramento das celebrações dos 25 anos do Teatro Oficina e do 14.º aniversário do Centro Cultural Vila Flor.

Entre setembro e dezembro, a Oficina propõe um conjunto eventos celebrativos do quarto de século da companhia, entre um Guia de Visita com Moncho Rodrigues – o primeiro diretor da Oficina – a recriação do espetáculo “A Grande Serpente”, por João Pedro Vaz, e uma conversa que pretende unir todos os diretores do Teatro Oficina. «Foi um ano em que, no fundo, acaba aqui nestes meses em que a memória e os 25 anos de Oficina estiveram muito presentes», explicou João Pedro Vaz, diretor do Teatro Oficina. O também ator e encenador irá recriar o primeiro espetáculo de sempre da companhia, o “Grande Serpente”, a partir de memórias dos participantes no mesmo. O espetáculo sobe ao palco do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) a 13 e 14 de dezembro.

Mas nem só de celebrações se faz o final de ano para a Oficina. Como é habitual, a reentré da Oficina decorre ao sabor do Manta, a 6 e 7 de setembro, na relva dos jardins do CCVF, que este ano contará com a presença de Holly Miranda, Bruno Pernadas, Momo e Serushiô. Logo de seguida, a 14 de setembro, a Companhia Nacional de Bailado regressa ao CCVF, com criações de Rui Lopes Graça e do vimaranense Victor Hugo Pontes, num programa duplo para uma só noite. «A criação de artistas da cidade continua presente», garantiu Rui Torrinha, diretor artístico do CCVF. No mesmo sentido, a 21 de setembro o também vimaranense Manuel de Oliveira apresenta o seu novo trabalho designado [ENTRE].

Regressos e festejos

Em jeito também de celebração, mas do 14º aniversário do CCVF, a Oficina preparou a reposição do espetáculo “At the Still Point of the Turning World”, de Joana Gama e Luís Fernandes, a 17 de setembro. A 12 de outubro, é a vez do coreografo grego Christos Papadopoulos apresentar o espetáculo OPUS, naquele que será a primeira peça apresentada no CCVF no âmbito da rede de dança emergente Aerowaves, que a Oficina passou a integrar este ano. Outro regresso acontece de 12 de outubro a 31 de dezembro, com a Bienal de Ilustração de Guimarães, ocupando vários espaços da oficina, com destaque para a exposição “As sete vidas do Senhor Silva”.

Do lado da Casa da Memória, na Loja Oficina, um novo espaço na Rua da Rainha – que já foi de Alberto Sampaio – serão destacados, em exposição, trabalhos de artesãos da região, como Rui Vieira, António Silva e Fernanda Braga. «É um núcleo de artesãos das áreas em que Guimarães se vai destacando, como o bordado e a olaria. São pessoas com muita vontade de terem mais visibilidade, por serem de cá e se entregarem com paixão à sua arte», revela Catarina Pereira, diretora da Casa da Memória. A 13 de dezembro, a Oficina e o Centro em Rede de Investigação de Antropologia da Universidade do Minho voltam a associar-se para organizar um encontro em torno das questões relacionadas com o património cultural imaterial, a 13 de dezembro, celebrando o aniversário da elevação do Centro Histórico a Património da Humanidade.

Por sua vez, no ano que dedicou ao Resgatar da Diversidade, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) irá destacar questões ecológicas na exposição coletiva “Plant Revolution”, que «fará do piso 0 uma espécie de planeta para a discussão», segundo João Pedro Vaz, entre 19 de outubro e 16 de fevereiro. O CIAJG irá também celebrar os 80 anos de José de Guimarães, entre 21 e 25 de novembro, com eventos como o ciclo Terra.

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