ORÇAMENTO PARA “A OFICINA” FOI UM DOS TEMAS QUENTES NA REUNIÃO DE CÂMARA

Torre da Alfândega, Cybercentro e subsídios para a reabilitação de casas em Gondar foram outros dos tópicos debatidos. 

Numa reunião que aconteceu esta quinta-feira pelas 10h00, foram vários os temas discutidos na reunião da Câmara Municipal de Guimarães. Antes do início da sessão, foi aprovado o voto de louvor a Elisabete Matos, artista que foi, recentemente, designada Diretora Artística do Teatro Nacional de S.Carlos.

O refuncionamento do edifício da Torre de Alfândega, edifício que vai ser lançado a concurso público e em que “o respetivo preço contratual não deverá exceder os 860 mil euros”, foi alvo de uma questão por parte da oposição, que afirmou existirem algumas dúvidas com o prazo da execução da mesma. O Presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, justificou-se, entre outras respostas, com o facto de a Torre de Alfândega se encontrar numa zona junto à muralha, havendo então um conjunto de restrições que necessitam de ser ultrapassadas para que o projeto tenha luz verde.

Em relação aos subsídios para a reabilitação de casas sociais, mais concretamente na freguesia de Gondar, e confrontando sobre que perspetivas tinha em conseguir os 27 milhões necessários, Domingos Bragança respondeu que “a prioridade do Município passa por resolver o processo de reabilitação de Gondar”, afirmando igualmente que “a câmara pode não ser a mais indicada” na resposta a essa questão.

Um dos temas que não foi aprovado por unanimidade tem que ver com a questão do orçamento para a cooperativa de interesse público “A Oficina”. O vereador do PSD, Ricardo Araújo, questionou: “Face a este período (reforço de 3,4 para 3,6 milhões para o orçamento da Oficina), como é que nós estamos a reforçar o orçamento a este equipamento? Parece que estamos a atirar dinheiro para cima dos problemas.” Domingos Bragança fez questão de realçar que “na prática, o orçamento não sobe”.

A proposta da dissolução e liquidação do Cybercentro foi aprovada por unanimidade. Porém, Ricardo Araújo teceu algumas críticas ao tempo que foi necessário para que a mesma fosse levada adiante. “Esta proposta peca por tardia. Porque, mais do que uma vez, questionamos o objetivo do Cybercentro. Do nosso ponto de vista, esta dissolução vem atrasada em cinco, seis anos”, afirmou. O vereador do PSD reconheceu, porém, que o objetivo principal do Cybercentro foi atingido, que passava por ser uma ferramenta importante para o acesso a novas tecnologias para a população. “Mas, com o tempo, isso perdeu-se”, completou.

 

(atualizado às 17h39)

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