PAN Guimarães preocupado com a escassez de respostas de saúde mental para os adolescentes

O PAN Guimarães, em contacto com os psicólogos escolares do Concelho, “percebeu que estes profissionais já há algum tempo têm assistido, com apreensão crescente, ao avolumar dos pedidos de avaliação/intervenção associados a questões emocionais inerentes ou agravadas pela pandemia que nos assola”. 

O projeto que Câmara Municipal de Guimarães colocou no terreno, designado «CoAction Against COVID-19» pretende fazer o rastreio, a avaliação e a intervenção nos problemas de saúde mental de crianças até 10 anos em contexto de pandemia, sendo operacionalizado com a colaboração dos psicólogos escolares do concelho.

“No entanto, os profissionais supramencionados referem que é de igual gravidade a situação inerente aos adolescentes que, pelas idiossincrasias desta faixa etária, estão a vivenciar problemas emocionais muito graves devido às diversas privações exigidas pelo confinamento e com impacto a vários níveis de vida”, afirmou o porta-voz do PAN de Guimarães, Nuno Teibão. 

Para o porta-voz do partido “ainda se desconhecem os efeitos a longo prazo deste problema nas crianças e jovens mas existem já várias notícias, a nível nacional e internacional, que apontam para um aumento de pedidos de consultas de psicologia e pedopsiquiatria nestas faixas etárias”.

Assim sendo, e tendo em conta as limitações do projeto supracitado, nomeadamente ao nível do seu alcance etário e tendo em conta que todos os sistemas de resposta remediativa estão altamente sobrecarregados, o PAN Guimarães sugeriu à Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Guimarães que procurasse apostar a curto/médio prazo num projeto que faça intervenção com os adolescentes, à semelhança da que está no terreno com as crianças até aos 10 anos, e que investisse num programa de prevenção das problemáticas emocionais visando intervir a montante.

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