Pepa e o jogo à porta fechada: “Quando é com o Vitória levamos sempre por tabela”

Foto VSC

Pepa abordou o jogo com o Gil Vicente, agendado para amanhã, e que decorrerá sem a presença de público. O treinador deixou alguns reparos pelo jogo ser realizado sem adeptos. “É um bocado estranho, porque só vejo o Vitória a ser castigado com jogos à porta fechada. Não vejo isto a acontecer noutros lados. Ainda agora tivemos uma situação vergonhosa com o Rochinha. Temos de saber estar no futebol. Quando é com o Vitória levamos sempre por tabela”, lembrou.

A partida com os gilistas já não tem interferência na classificação e o treinador e Pepa prevê um grande espetáculo. O treinador voltou e endereçar os parabéns à estrutura adversária. “Já dei os parabéns ao Ricardo Soares, agora dou a todo o plantel do Gil Vicente pela época fantástica. Tentamos de tudo, não o conseguimos, mas conseguimos muitas coisas, muitas coisas positivas dentro de muita turbulência”, disse. “O Gil Vicente teve uma regularidade ao longo da época, não teve grandes problemas com lesões, conseguíamos identificar o onze tipo. A nós aconteceu-nos muitas coisas. Percebemos onde podemos melhorar nesse aspeto. As coisas positivas vamos continuar a fazer. Não há contas a ajustar com o Gil Vicente, reconhecemos que foi uma equipa mais regular. Queremos acabar em beleza com uma vitória e um grande jogo”, acrescentou.

Questionado sobre os motivos pelos quais o Vitória não conseguiu um lugar entre os cinco primeiros, Pepa foi categórico. “O que falhou? Alguma inconstância, irregularidade em termos exibicionais. Ainda falta um jogo, a final da Taça, que nos pode dar uma competição europeia. A Conference League vai ter a final entre o Feyenoord e a Roma. O quarto lugar do Braga e o quinto do Gil dão a Conference League, é uma competição europeia. Se não estivéssemos no sexto lugar já não estávamos a pensar numa competição europeia. Estamos às portas de uma competição europeia, melhorámos a classificação da última época. Não podemos desvalorizar o sexto lugar por querermos estar a olhar para o terceiro ou quarto. Queremos mais. Temos jogadores que nos últimos anos passaram por duas direções, cinco treinadores, mais team managers. Eles não são robots. Tentamos de tudo para blindar, mas não é fácil. O grande desafio da Direção e do treinador é termos estabilidade, independentemente dos nomes ou da idade. Vejo muitas coisas boas aqui, mas temos muitas para melhorar, que não podemos empurrar para o lado”, enumerou

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