PROBLEMA COM OFICINAS MUNICIPAIS EM POLVOREIRA EM DISCUSSÃO

A instalação das Oficinas Municipais em Polvoreira voltou a ser tema de discussão, desta vez na Assembleia Municipal. Vários dos moradores da zona afetada marcaram presença na sessão, que decorre na Universidade do Minho.

A intervenção inicial sobre o tema, feita pelo deputado do PSD Alexandre Barros da Cunha, abordou a questão do local escolhido para a instalação, que acabou por se revelar influenciador do dia-a-dia de várias pessoas. “O decisor político não avaliou impacto no local”, começou por afirmar, referindo ainda que, com o dinheiro pago a privados pela ocupação do espaço, se poderia pensar num novo local, um local próprio. “Com o valor pago, não se conseguia outra solução? Se se precisa de instalações, porque não investir num equipamento?”, acrescentou.

Carlos Oliveira, presidente da Junta de Freguesia de Polvoreira, também presente na Assembleia, usou da palavra para interpelar o deputado do PSD, dando conta de que este é um problema que está em processo de resolução. “Vamos tentar corrigir os erros cometidos. Há diálogo, há preocupação. É necessário arranjar uma solução em conjunto”, explicou.

Também Armindo Costa e Silva, deputado do PS, interveio relativamente a esta questão, ressalvando a tentativa de se chegar a uma solução. “É um tema que está em cima da mesa, um projeto que está a ser trabalhado e, estamos certos de que com essas medidas, o conjunto de problemas que afeta a população serão resolvidos”.

O diálogo entre todas as partes foi ainda referido pela vereadora Sofia Ferreira. “Estamos a trabalhar numa solução que elimine definitivamente o acesso pela rua das Lameiras. Há diálogo e já recebemos um grupo em representação dos moradores”, concluiu.

Apesar de assumir que nada se resolverá no imediato, Domingos Bragança acabou por revelar que “há uma solução pronta, a apresentar a todos os interessados”. “Se não for a solução que resolva os problemas, temos de estudar a possibilidade de deslocalização”, concluiu o presidente da Câmara Municipal de Guimarães.

Uma das moradoras afetadas e presentes, Lurdes Marques, usou o tempo disponível para a intervenção do público para voltar a pedir uma resolução rápida da situação.

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