Projeto vimaranense que promove bem-estar e saúde mental das crianças distinguido

O projeto “CoAction Against Covid-19”, do Prochild CoLAB, de Guimarães, foi distinguido com o segundo lugar do Prémio AGIR da REN, este ano dedicado à Inovação Social na resposta à covid-19.  Este projeto promove, em tempo de pandemia, o bem-estar e a saúde mental de crianças e famílias do Município de Guimarães.

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Promover o bem-estar e a saúde mental das crianças e das suas famílias em tempo de pandemia através de um rastreio online, avaliação e intervenção psicológica, é o objetivo do projeto “CoAction Against Covid-19” do ProChild CoLAB, em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, a Associação de Psicologia da Universidade do Minho e o Centro de Investigação em Psicologia da Universidade do Minho. Tendo como alvo as crianças entre os 3 e os 10 anos de idade do Município de Guimarães, cerca de 6.000 crianças, o projeto arrancou já em tempo de pandemia, estando a decorrer agora a segunda edição.

Através da colaboração do encarregado de educação de cada aluno, é preenchido um conjunto de questionários que permite identificar crianças a necessitar de eventual intervenção psicológica. Esta intervenção, especializada, gratuita e individualizada, é assegurada por psicólogos da Associação de Psicologia da Universidade do Minho, tendo uma duração de cerca de dois meses, podendo ser prolongada em caso de necessidade.

“Para além do orgulho e honra que é, para o ProChild CoLAB e parceiros, receber o Prémio AGIR 2021 da REN, este é absolutamente fundamental para que possamos disponibilizar, por mais um ano letivo, uma resposta comunitária pioneira em Portugal que previne e mitiga os problemas de saúde mental infantil originados ou exacerbados pela pandemia covid-19, contribuindo para o bem-estar e resiliência de crianças e respetivas famílias a curto e a longo prazo”, explica Marlene Sousa, investigadora do ProChild CoLAB  que coordena o “CoAction Against Covid-19”.

Na primeira edição, iniciada em fevereiro de 2021, 1.098 crianças foram rastreadas, tendo sido detetadas 220 com sinais indicativos de problemas de saúde mental. Na segunda edição, que decorre ao longo do atual ano letivo 2021-2022, o projeto irá apostar também em algumas ações de proximidade para conseguir chegar a crianças e famílias em situações de maior vulnerabilidade social.

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