PS Guimarães acompanha vacinação contra a gripe

O secretariado do PS Guimarães acompanhou o trabalho do ACES do Alto Ave no que diz respeito à campanha de vacinação contra a gripe.

Num ano atípico, em que se verificou um acréscimo na procura da vacina, o ACES Alto Ave partilhou com a estrutura do PS Guimarães dados que indicam, que até à última semana, “tinham sido administradas 41.380 vacinas e ainda restavam em stock 3.413 vacinas”, pode ler-se em nota enviada às redações.

Já esta semana as Unidades de Saúde Familiares indicaram ao ACES que “todas as solicitações tinham sido acolhidas, e programadas, não havendo necessidade de mais vacinas”, pode ler-se nessa mesma nota.

A vacinação contra a gripe é fortemente recomendada pelo Serviço Nacional de Saúde para pessoas consideradas com alto risco de desenvolver complicações pós gripe (por exemplo as pessoas com 65 anos ou mais, residentes ou internados por períodos prolongados em instituições prestadoras de cuidados de saúde, grávidas, doentes com mais de 6 meses de idade e que apresentem doenças crónicas ou imunitárias), pessoas com probabilidade acrescida de contrair e transmitir o vírus (que residem com crianças ou que lhes prestem cuidados, cuja idade não permita a vacinação e que tenham risco elevado de complicações, que residem com pessoas consideradas de alto risco de desenvolver complicações pós gripe), profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados, bombeiros, profissionais de infantários, creches e equiparados, profissionais dos estabelecimentos prisionais. Recomenda-se ainda a vacinação das pessoas com idade entre os 60 e os 64 anos.

Do resultado da reunião, foi ainda assinalado que 46% dos profissionais de saúde do ACES Alto Ave foram vacinados no âmbito desta campanha.

Quanto à situação pontual da quebra de frio verificada há uma semana e que afetou um lote de vacinas, “a falha no fornecimento de energia resultou de uma avaria na rede da EDP e durou cerca de uma hora, não se registando perda de nenhuma vacina”, segundo as conclusões da avaliação realizada.

A administração destas vacinas foi assim reprogramada. No entanto, “os procedimentos de segurança estão a ser revistos para evitar eventuais problemas no futuro”.

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