PSD “ao lado da Câmara Municipal na defesa dos interesses de Guimarães”

O cabeça de lista do partido social democrata pelo distrito de Braga, o vimaranense André Coelho Lima, reuniu na tarde de quarta-feira, dia 19 de janeiro, com Domingos Bragança e vereadores da Câmara Municipal de Guimarães.

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Segundo André Coelho Lima, essa reunião teve dois objetivos. O primeiro, de “demonstrar a total disponibilidade dos candidatos do PSD em lutar pelos objetivos da comunidade vimaranense”, realçando que, “quando são questões importantes para Guimarães, é muito mais aquilo que une os partidos do que o que os divide”.

O segundo objetivo, mais específico, teve a ver com o repto lançado por Domingos Bragança relativo à ligação, por eixo ferroviário, de Guimarães a uma hipotética estação que poderá vir a ser considerada entre Guimarães, Famalicão, Braga ou Barcelos.

Ao Mais Guimarães, André Coelho Lima reforçou que “Guimarães não pode passar ao lado” desta ligação à alta velocidade, e que os eleitos do PSD “estarão ao lado da Câmara Municipal na defesa dos interesses de Guimarães”. Considerou também que, embora os partidos tenham “perspetivas diferentes sobre a forma de pensar a sociedade”, quando houver uma solução, neste assunto, “estaremos todos do mesmo lado”.

Na reunião foram também abordados alguns assuntos considerados “pendentes”, nomeadamente a construção do novo Campus da Justiça e a entrada em funcionamento do Laboratório da Hemodinâmica no Hospital Senhora da Oliveira.

Ao fim de seis anos de governação socialista “há a necessidade de mudar”, diz André Coelho Lima

Para o vice-presidente do PSD, a campanha eleitoral tem “corrido muito bem”. Destaca uma “enormíssima recetividade da população” e diz ter a expectativa de que os vimaranenses analisem favoravelmente a circunstância do PSD o ter como cabeça de lista por Braga nestas eleições.

André Coelho Lima espera que, em Guimarães, “vejam o Dr. Rui Rio como o primeiro ministro que Portugal precisa”, acrescentando que, “ao fim de 6 anos de governação socialista, há a necessidade de mudar”.

Sem “triunfalismos e arrogância”, André Coelho Lima termina referindo que os sociais democratas não pretendem “mudar tudo”, mas respeitar o trabalho que foi feito e “procurar fazer melhor pelo país e pelos portugueses”.

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