RAMAL DE SANEAMENTO POR CORRIGIR GERA REVOLTA DOS MORADORES EM NESPEREIRA

Situação verifica-se na rua da Estrada Nacional 105, na freguesia de Nespereira. Fernando Lopes é a voz dos moradores, que dizem “perder a qualidade de vida”. Vimágua prometeu corrigir o problema até ao final do ano de 2017.

O diferendo arrasta-se há um par de anos e até já teve fim à vista, no entanto, segundo os moradores da rua da Estrada Nacional 105, em Nespereira, um ramal de saneamento por corrigir está a retirar-lhes qualidade de vida. Quem o diz é Fernando Lopes, porta-voz dos moradores, que construiu uma casa no local. Segundo o cidadão, as divergências entre o próprio e a Vimágua, empresa responsável, duram há dois anos. “A obra não está bem feita e sempre que um veículo pesado passa no local, abala-me a casa”, afirma Fernando Lopes, que já perdeu a conta às vezes que se deslocou à sede da Vimágua, exprimir a sua revolta. “Eu não cheguei a acordo nenhum com eles, quero é a minha situação resolvida”.

A 11 de outubro de 2017, a Vimágua entrou em contacto com Fernando Lopes, via correio eletrónico, dando conhecimento da reclamação concluindo que, “efetivamente, o piso no local onde foi executado o ramal de saneamento carece de uma correção”. Tendo em conta esta conclusão, a Vimágua comunicou ainda, no mesmo e-mail, que “agendou a frisagem do pavimento que será executada até ao final do corrente ano”, ou seja, 2017. A Vimágua garantiu também que “com a execução dessa obra serão definitivamente eliminados os transtornos que a irregularidade do pavimento possa causar”.

Com o final do ano a aproximar-se, a 13 de dezembro de 2017, a Vimágua voltou a dizer a Fernando Lopes, por correio eletrónico que os trabalhos seriam corrigidos o mais breve possível e que a intervenção ainda não tinha sido feita “por motivos atendíveis e que se prendem com razões de planeamento de obra, o que pressupõe a intervenção de diferentes entidades”.

No local, é possível lobrigar marcas que inidiciam um possível alargamento do ramal. Fernando Lopes apresentou em setembro de 2015 uma denúncia à Infraestruturas de Portugal. Já em 2017, a mesma entidade comunicou à Vimágua que “devido à existência de uma caixa de visita com uma cota inferior ao pavimento da EN”, esta deveria “promover a sua reparação (urgente), pois está a provocar situações de risco aos utentes da via”. A Vimágua ficou ainda responsável por todos os prejuízos que possam vir a resultar para a IP ou para terceiros. O Mais Guimarães tentou perceber, junto da Vimágua, em que fase se encontra o processo, mas ainda não obteve resposta.

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