Requalificação da EM 582: “Fundamental para o desenvolvimento do território”

Foi na manhã deste sábado, 5 de fevereiro, que teve lugar a inauguração oficial da requalificação da Estrada Municipal 582, que liga as freguesias de Fermentões, Pencelo e S. Lourenço de Selho. Uma obra orçada em cerca de três milhões de euros que se estendeu por cerca de quatro quilómetros e que sofreu um atraso de execução de cerca de meio ano, devido às condições adversas de pluviosidade e pandemia.

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O diretor do departamento de Obras Municipais da Câmara Municipal de Guimarães, Joaquim Carvalho, referiu que esta é “uma intervenção profunda” e explicou que a intervenção veio “dotar a via de um perfil transversal, vários alargamentos, sistema de águas pluviais, rede de telecomunicações, passeios, nova sinalética, lombas redutoras de velocidade e uma nova rotunda”.

Em seguida, intervieram os presidentes de junta das freguesias por onde passa a Estrada Municipal 582, que foram unânimes em considerar esta requalificação como “uma obra há muito tempo esperada” e como “um passo fundamental para o desenvolvimento do território”.

Domingos Bragança, presidente da Câmara, encerrou a cerimónia dizendo que se “interveio numa via estruturante de acessibilidade ao vale de S. Torcato”, uma zona que continua a merecer atenção no futuro, pelo facto de “congregar um conjunto habitacional e industrial importante para o concelho”, nomeadamente dos parques industriais de Selho S. Lourenço Fermentões e de S. Torcato. Para o Edil, é importante “intervir nestes dois parques a nível das infraestruturas e acessibilidades internas”, ligando-os entre si.

O presidente da Câmara referiu-se também ao atraso a que a requalificação foi sujeita, sobretudo devido à pandemia e às condições meteorológicas adversas, mas não deixou de frisar que a qualidade da intervenção fez com que valesse a pena todos os constrangimentos provocados. “O que a Câmara Municipal está a fazer é intervir com profundidade e densidade, pois quando a obra é estruturante a intervenção é completa, alterando expressivamente a acessibilidade viária e pedonal e as infraestruturas, e isso foi o que se passou com a requalificação da EM 582. Se a decisão fosse somente repavimentar, a obra seria realizada em três, quatro meses, mas não seria a mesma obra”.

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