REVEJA OS TÍTULOS QUE MARCARAM 2018

Em altura de balanços e de se voltar o pensamento para o novo ano de 2019, vale a pena recordar o mais marcante do que ficou para trás. 2018 foi o ano de eleições vitorianas, de Festival da Canção, de Comemorações do Exército. Foi o ano em que João Sousa ganhou o Estoril Open.

Janeiro: A primeira edição do ano começou por falar no tema mais marcante do primeiro trimestre de 2018: as eleições para a direção do Vitória. “Novo Vitória é a lista que pretende representar os sócios”, assim era o título da capa do Mais Guimarães.

Fevereiro: Em Guimarães, fevereiro começou com a notícia de que os “munícipes gastam 67,9 milhões de euros com o desporto”, um número revelado durante a assinatura do apoio financeiro aos clubes. O Desporto revelou ser uma aposta da autarquia, com o alargamento dos apoios no final do ano, para os atletas mais novos.

Março: 2017 57 casos de violência doméstica”, lia-se na primeira capa de março. Na edição seguinte, estava escrito que o Festival da Canção “abrilhantou” o Multiusos de Guimarães. Março foi o mês das entrevistas aos candidatos
à direção do Vitória. Júlio Vieira de Castro dizia ao Mais Guimarães que sentia que estava “a correr pelos interesses do Vitória”. Já Júlio Mendes perguntava “se tudo estivesse mal, estariam a candidatar-se ao Vitória?”. No final do mês, Júlio Mendes venceu as eleições.

Abril: O quarto mês do ano começou com as celebrações do centenário da batalha de La Lys e com as descargas poluentes no rio Selho, em que as águas ficaram manchadas por uma cor púrpura, devido ao excesso de águas pluviais. Foi também neste mês que o o “Município caiu 86 lugares no índice de transparência”. O sonho da Capital Verde Europeia também terminou em abril, com Guimarães no 5.º lugar.

Maio: Na capa do Mais Guimarães lia-se que a Secretária de Estado garantia obras no serviço de Urgência do Hospital Senhora da Oliveira em 2018. Na segunda edição de maio, um vimaranense era o destaque da capa do Mais Guimarães: “(João Sousa) Conquista Portugal”. O tenista venceu o Estoril Open, a 06 de maio, sendo o primeiro português a ganhar o torneio. O mês em que o último jogo do campeonato terminou à pedrada em Guimarães, foi também o mês em que Peseiro deixou o comando técnico do Vitória, e que Luís Castro assumiu o lugar.

Junho: Começamos o mês com uma entrevista a uma figura do futebol, Manuel Machado, que dizia ao Mais Guimarães: “A corrupção tem a ver com a fragilidade de quem é corrompido”. Continuando na temática do
futebol, foi em junho que Júlio Mendes, na Assembleia do Vitória, apontou que a continuidade de Pedro Martins foi o seu “maior erro”. Foi também neste mês que a autarquia vimaranense assinou um contrato com a TVI e com a Plural, para a gravação da novela em Guimarães.

Julho: O mês arranca com o título “CMG disposta a pagar 2,5 ME por terrenos do Cavalinho”. Este tema continuou em alta nas semanas seguintes, com os títulos “Domingos Bragança acusado de boicotar leilão. Câmara garante que licença caducou em 2013” e “Manuel Costa vai processar Domingos Bragança”. Os terrenos do monte Cavalinho foram um tema quente de 2018.

Agosto: A meio do verão, a cidade-berço recebe uma má notícia: “Visto para obras das Urgências reprovado”, era o título que anunciava a decisão do Tribunal de Contas, depois de até a autarquia vimaranense disponibilizar mais de um milhão de euros para desbloquear a empreitada. Seguia-se outra notícia menos feliz para Guimarães. “ESAG vai encerrar instalações”, era o título da notícia que confirmava que o Berço ia deixar de ter uma universidade dedicada
às artes. Foi também em agosto que Bragança referiu que o desnivelamento do nó de Silvares ainda não tinha projeto aprovado.

Setembro: O mês começou com uma análise ao setor imobiliário. “Em cinco anos, o preço das casas disparou 25%”, era o título da capa do Mais Guimarães, que dava conta do preço do m2, que tinha atingido os 944 euros. Em setembro, a Câmara Municipal revelou que o futuro da Plataforma das Artes seria estudado, devido aos resultados das visitas. No mês do regresso às aulas, Guimarães enfrentava mais um problema. “Falta de alojamento universitário” preocupava os estudantes, em que a procura superava a oferta.

Outubro: Centenas de peixes apareceram mortos”, assim começava o décimo mês do ano, com uma suspeita de atentado ambiental na ribeira da Agrela. Foi em outubro que Guimarães descobriu que o futuro do nó de Silvares passava por um túnel. Domingos Bragança revelou que queria a obra pronta em 2019. Seguia-se autorização do
Tribunal de Contas para as obras do serviço de Urgência do Hospital, a venda do prédio do Convívio e ainda as Comemorações do Dia do Exército em Guimarães. Outubro ficou ainda marcado com uma proposta de Júlio Mendes. “E se vendêssemos os terrenos da Academia?”.

Novembro: “80.º Aniversário histórico”. O Moreirense celebrou o aniversário no primeiro dia de novembro
com um resultado histórico: venceu por 1-3 no Estádio da Luz. Os Cónegos apresentaram ainda as primeiras imagens da Vila Desportiva. Foi um bom início para um dos meses mais marcantes do ano. “Adequação e conforto
das instalações do HSOG com nota negativa”, “Endutex adquire terrenos do Cavalinho por 2,750 ME”, “Final Four Liga das Nações: Guimarães vai voltar à rota dos grandes jogos europeus”, “Guimarães já tem a sua primeira
estrela Michelin”, “Eduardo Leite eleito Provedor da SCMG” e “Projeto para Campus de Justiça em 2019”, foram os títulos que marcaram as capas do Mais Guimarães em novembro.

Dezembro: “Guimarães reeleito município mais sustentável do país” foi o título que arrancou dezembro. Seguiu-se a Gala dos Conquistadores que, pela primeira vez, homenageou três sócios com 75 anos de filiação, um momento de grande emoção nesta edição de 2018. Ainda no mundo vitoriano, foi em dezembro que o treinador recebeu uma proposta de sonho, mas decidiu acreditar no projeto que ainda tem em mãos. “Milhões não chegam para seduzir Luís Castro”, dizia a capa do Mais Guimarães.

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