Rui Rocha: “Estes quatro anos são para irmos para o terreno”

O candidato do PAN à Câmara Municipal fez uma análise freguesia a freguesia e afirma que tiveram “resultados bastante interessantes nas freguesias onde há mais trabalho feito, nomeadamente Ponte, Caldelas, as freguesias da cidade e Fermentões”. Onde foi “mais difícil” estar presente, pela falta de material, “os resultados não foram tão bons”. “Tínhamos pouco tempo e pouquíssimos recursos, comparativemente com as outras forças que estavam a concorrer”, explica Rui Rocha.

© Cláudia Crespo/Mais Guimarães

A poucos votos de entrar na Assembleia e com a consciência de que isso seria “difícil”, Rui Rocha diz ter percebido que, em Guimarães, “não é fácil fazer campanha, porque são muitas vilas e aldeias”. “É um trabalho que é preciso fazer no terreno e com recursos, dinheiro, cartazes e flyers”, afirma garantindo que tinha “pouquíssimos recursos”. “Sem meios é muito difícil e a visibilidade faz toda a diferença”.

“Em Guimarães, tem que ser um trabalho de terreno e temos que conseguir ter visibilidade nas vilas”, reitera Rui Rocha. Assim, “estes quatro anos são para ir para o terreno” para, quando chegar o fim da caminhada, serem conhecidos em “todo o concelho”.

O PAN vai manter-se “atento ao programa” e a o candidato acredita que “estes quatro anos vão ser importantes para tirarmos a maioria ao PS”.

Bem estar animal, poluição, alterações climáticas, perda da biodiversidade, inclusão e apoios sociais são algumas das “lacunas” que Rui Rocha aponta no programa do partido vencedor. “É lamentável. O PS tem andado muito distraído e muito preocupado com cultura. Mas cultura para quem? Uma elite ou pessoas que não são de Guimarães?”, questiona.

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