SALÁRIO MÍNIMO DE 557€ GERA RECEIO EM SINDICATOS E PATRÕES

O Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes crê que a subida do salário mínimo nacional (SMN) de 530 para 557 euros, a 01 de janeiro de 2017, vai trazer problemas de “diferenciação” entre os trabalhadores, enquanto a Associação do Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP) receia a perda de competitividade. O setor é responsável por praticamente dois terços das exportações do concelho.

Guimarães exportou, em 2015, 877,77 milhões de euros em bens e serviços ligados ao têxtil, 65,7% do total das vendas, e, neste ano, o setor já atingiu, até outubro, os 813,6 milhões (66,1% do total). Muitos dos trabalhadores do setor auferem, porém, o SMN de 530 euros ou valores ligeiramente acima, que podem ser alcançados com o aumento de 5,1% para os 557 euros, decretado pelo Governo na quinta-feira.

Leia este artigo na edição desta semana do jornal Mais Guimarães, disponível em todos os quiosques do concelho.

Foto: Mais Guimarães

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