Torcato Ribeiro ouviu moradores do Bairro de Nossa Senhora da Conceição

Candidatos e ativistas da CDU reuniram na manhã deste domingo, dia 19, com a Associação de Moradores do Bairro de Nossa Senhora da Conceição, em Guimarães, procurando auscultar as suas opiniões sobre as condições das habitações e instalações do seu bairro.

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Em nota enviada às redações, a CDU considera que “a questão da habitação” tem sido uma preocupação e que “diversas têm sido as intervenções dos deputados eleitos pela CDU na Assembleia da República no sentido de combater as políticas de direita que foram prosseguidas por PS, PSD e CDS ao longo dos anos e que, na área da habitação, limitaram a sua ação política à subjugação ao mercado, não resolvendo nem procurando resolver esta questão”.

Lembrando que o Bairro de Nossa Senhora da Conceição é atualmente da responsabilidade do IRHU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, entidade pública à qual cabe a concretização da política nacional de habitação e dos programas definidos pelo Governo para as áreas da habitação, do arrendamento habitacional e da reabilitação urbana, Torcato Ribeiro, o cabeça de lista da CDU no distrito de Braga, disse que “compete ao Governo fazer agilizar os processos necessários para a resolução concreta” dos problemas dos moradores.

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Da parte da CDU, sublinhou o candidato, o que os moradores ouviram foi a “garantia de que não será a obtenção de mais deputados por parte do PS ou do PSD, ou seus sucedâneos, que ajudará à resolução dos diversos problemas de habitação que o distrito enfrenta”.

Para o candidato a deputado, “É no reforço da CDU, no aumento do número de deputados do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista “Os Verdes”, que se encontrão soluções para o cumprimento do direito a viver numa habitação que permita bem-estar, privacidade e qualidade de vida”.

Torcato Ribeiro afirmou ainda que “não será possível solucionar os graves problemas de habitação do País sem um aumento substancial do número de habitações arrendadas e sem uma séria intervenção do Estado enquanto promotor público de uma habitação condigna para todos e de acordo com o rendimento disponível. É necessário criar um significativo parque habitacional de arrendamento nos regimes de renda livre, de renda condicionada e de renda apoiada. Tal só será possível com forte investimento público e a criação de parcerias para a produção de habitação não lucrativa ou não mercantilizada”, terminou o candidato vimaranense.



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