A oportunidade de colocar o festival no roteiro dos Festivais de Verão e Portugal surgiu e a organização, a cargo da Casa do Povo local, agarrou-a com unhas e dentes. Agora é sempre a subir até lá acima!
Estive por lá (até perto da GNR chegar) e pude vivenciar in loco a alegria das pessoas que participaram neste festival, de acesso gratuito, e que juntou públicos de várias idades e de várias sensibilidades musicais também. Se a maioria estava lá pelo rock, que foi do melhor, e continuando o Rock no Rio Febras a ser um palco de apresentação de bandas locais, outras pessoas por lá estiveram, algumas em família, para conviverem e, das mais variadas formas, contribuírem para o sucesso da iniciativa e para com a Casa do Povo de Briteiros.
As receitas angariadas com as febras no pão, os croquetes, as cervejas e o merchandising, reverteram para a atividade da Associação de Solidariedade Social que, agora, tem o sonho de construir um lar de idosos naquela freguesia vimaranense.
A receita, contou-nos nesta edição Vasco Marques, presidente da Casa do Povo, não será suficiente para adquirirem o terreno de imediato para esse fim, mas talvez com a edição do próximo ano já o consigam.
E assim, passo a passo, com a boa energia a que nos habituaram, o sorriso e o bom humor estampado nas muitas dezenas de pessoas que se voluntariaram para tornar possível tamanha festa, a coisa fez-se, e vai continuar a fazer-se bem.
Parabéns a todos os envolvidos, parabéns à Casa do Povo de Briteiros.
Venham outras edições e uma vida longa para o novo festival de rock nacional, que nasceu em Briteiros, Guimarães.
