De acordo com o Movimento, durante a reunião foram abordados diversos pontos constantes do Manifesto anteriormente apresentado. Entre os principais temas destacou-se a necessidade urgente de intervenção nas infraestruturas dos campi universitários. Segundo a mesma fonte, esta intervenção deverá ser realizada por fases, tendo em conta as prioridades identificadas através de um levantamento conduzido pelas diferentes Escolas e Institutos, sendo igualmente essencial assegurar uma manutenção regular dos edifícios.
O Movimento Dignidade Académica sublinha que a concretização destas medidas depende da capacidade orçamental da Universidade, sendo também necessária a obtenção de financiamento externo para responder às necessidades identificadas. A falta de manutenção ao longo dos últimos anos, acrescenta, contribuiu para o agravamento do estado de degradação das infraestruturas e para o aumento dos custos de reparação.
Ainda segundo o Movimento, está igualmente na agenda da Reitoria a atualização dos sistemas informáticos de suporte a alunos, docentes, investigadores e funcionários, bem como a valorização das respetivas carreiras, com vista ao reforço do posicionamento nacional e internacional da Universidade.
Durante o encontro, o Movimento Dignidade Académica apresentou as principais queixas e propostas recolhidas no âmbito do processo de recolha de assinaturas, questionando também de que forma poderá, em conjunto com a restante comunidade académica, contribuir para apoiar a Universidade na captação de financiamento externo.
O Movimento destaca ainda que a celeridade na marcação da reunião evidencia abertura por parte da atual Reitoria, bem como a intenção de promover um diálogo mais próximo com a comunidade académica.
Por fim, o Movimento reitera a sua disponibilidade para continuar a colaborar de forma construtiva com a Reitoria, considerando que esta reunião marca o início de um trabalho contínuo orientado para a construção de uma universidade mais inclusiva, digna e representativa de todos os seus membros.
