Paulo Peixoto não esquece “vizinhos europeus Ucranianos, atualmente privados da sua liberdade”

Para o CDS-PP, as celebrações chegaram com sabor a liberdade, dada a “possibilidade de voltar às comemorações habituais, sem condicionantes sanitárias” impostas pela pandemia de Covid-19.

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Assinala-se oficialmente, em 2022, as comemorações dos 50 anos do 25 de abril. Para o CDS-PP, as celebrações chegaram com sabor a liberdade, dada a “possibilidade de voltar às comemorações habituais, sem condicionantes sanitárias” impostas pela pandemia de Covid-19.

© Eliseu Sampaio / Mais Guimarães

“Ainda anteontem, numa vila minhota, quando deitava uma máscara ao lixo, uma jovem turista, olhou-me fixamente e disse: “Viva a Liberdade””, explicou Paulo Peixoto durante o seu discurso na sessão solene comemorativa do Dia da Liberdade.

O deputado municipal não esquece também os “vizinhos europeus Ucranianos, atualmente privados da sua liberdade”, classificando como “lamentável” que o mundo continue “a assistir a esta tragédia, como que se de um filme se tratasse”. Por este mesmo motivo, Paulo Peixoto reitera que é preciso “urgentemente” um “25 de Abril também a nível internacional”.

Já a nível nacional, considera que “é necessário um 25 de Abril que se pratique todos os dias”. “Não pode ser um dia a comemorar o 25 de abril e 364 dias a praticar todo o seu contrário”, acrescenta.

Como militante do CDS e “defensor da liberdade e democracia”, Paulo Peixoto lembra que “a liberdade que Abril nos trouxe, não se esgota em direitos mas, à qual, também está implícita uma série de obrigações”, referindo-se, posteriormente, à obrigação de compreender o sinónimo da tolerância a todos os seus níveis, sejam eles ideológicos, políticos, partidários, religiosos, de género ou de raça.

O deputado municipal chamou à atenção para a tomada de “decisões com o firme propósito de melhorar a vida de todos os concidadãos”, através da aceitação de “ideias válidas de outros quadrantes políticos” ou “votando propostas por unanimidade, independentemente da sua origem partidária”, finalizou.

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