A mobilidade no topo das prioridades vimaranenses

Por Eliseu Sampaio,
Diretor do grupo Mais Guimarães

Há dias, a Câmara Municipal apresentou, em sessão pública, um estudo de mobilidade pensado para ser concretizado num horizonte de 20 anos.

Realizado pelo gabinete de Álvaro Costa, considerado um especialista nesta área, o estudo apontou caminhos para a transformação do território e para a melhoria da mobilidade no concelho, destacando, sobretudo, o melhoramento dos acessos à cidade e área envolvente. Onde, de resto, subsistem os maiores problemas.

Para a nacional 105, e a ligação a Vizela e Santo Tirso, foi apontada a melhoria do serviço de caminhos de ferro, a triplicação das viagens e a relocalização de estação e apeadeiros.

Na nacional para Ronfe e Brito, a construção de linhas dedicadas para transporte público, de modo a tornar o transporte coletivo mais apetecível para quem tem horários a cumprir. Já na estrada nacional para as Taipas, o calcanhar de Aquiles da mobilidade no concelho, e que tem afastado demasiados taipenses da cidade-berço, depois de abandonada a ideia do teleférico, cujos custos são “insuportáveis” disse Domingos Bragança, a construção de uma via dedicada, a nova via do Avepark, e uma nova via na zona de Fermentões, são apontadas como soluções.

Estas sugestões do estudo ficam, no entanto, condicionadas à localização da estação da futura linha de alta velocidade, prevista no PRR e à ambição dos autarcas do Quadrilátero Urbano que, recentemente, defenderam a construção de uma linha de metro de superfície a ligar estes importantes concelhos.

A mobilidade é um fator preponderante para o desenvolvimento de Guimarães, pelo que deve ser tido como prioridade pela Câmara Municipal e por todos os que possam, de qualquer forma, contribuir ou fomentar a sua melhoria.
Nesta área, estes são tempos decisivos.

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