António Miguel Cardoso: “Precisamos de caras novas para ter resultados diferentes”

Candidato apresentou algumas ideias da sua candidatura.

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António Miguel Cardoso apresentou oficialmente, nesta tarde de sábado, algumas das ideias da sua candidatura à presidência do Vitória, cujo ato eleitoral está agendado para o próximo dia 5 de março.

“Apresento-me aqui com a mesma humildade com que o fiz em 2019, com a mesma esperança de poder contribuir para a mudança que o Vitória precisa e com a redobrada certeza de que me faço acompanhar por vitorianas e vitorianos que muito têm a dar ao clube.
É bom saber que estou rodeado de gente com alma vitoriana, mas também com muita experiência profissional e pessoal que aportarão ao clube todo o seu saber. As eleições do dia 5 de março são importantes como o foram todos os atos eleitorais que este clube viveu nos seus 100 anos de existência. Mas, todos os que aqui estamos e aqueles que não puderam vir, mas que nos têm manifestado apoio, sabem que precisamos mudar rapidamente de rumo”, começou por dizer.

“Os últimos anos têm sido penosos. Penosos no plano financeiro, desportivo e estratégico. Não conseguimos descortinar uma estratégia, não conseguimos descortinar um rumo. Sentimos falta de liderança, falta de comunicação e sentimos um clube em perda de identidade. E nós queremos mais. Mais Vitória, Mais Rigor, Mais Empenho, Mais Garra”, acrescentou.

O candidato revelou ainda os seus pontos fulcrais do seu projeto. O programa com que nos vamos apresentar a eleições é prático e realista. Não vimos com promessas que sabemos ser difíceis de cumprir, nem com promessas que para cumprir vamos hipotecar o futuro do clube. Vamos incidir o programa sobre 6 grandes áreas: Associados e Marketing; Futebol Profissional e formação; Reestruturação financeira; Modalidades; Património e Infraestruturas e Projeto VSC 2030 Cada um deles tem um lema. Cada um deles têm objetivos bem definidos”, revelou.
No seu discurso, António Miguel Cardoso aproveitou ainda para esclarecer alguns pontos. “Fui agente desportivo, deixei de o ser, mas nunca como principal ocupação profissional. Mas em nenhum caso o exerceria como Presidente do Vitória, e sim, tenho a certeza que me dá mais competências. Sim, sou do Vitória desde que me lembre, sim sou Portuense…. e não será muito mais difícil ser do Vitória a viver no Porto? Para mim revela carater, persistência e muita resiliência, pois era tão mais fácil ser de um “grande”, mas não, nós gostamos assim e continuamos a acreditar”, adiantou.

“Temos soluções financeiras, mas é tão importante conhecer o estado atual das contas. Sim, em caso de ser eleito, terei que abandonar as minhas principais ocupações profissionais e estarei aqui a tempo inteiro, mas, por espírito de missão, para fazer com que o Vitória entre no rumo certo, e sim, com uma equipa que tem os mesmos valores, cheia de personalidade, competência, independência e com um vitorianismo inatingível. Precisamos de caras novas para ter resultados diferentes, estamos já fartos de tortulhices e esquemas”, acrescentou.

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