CABEÇA DE LISTA DO ALIANÇA ÀS EUROPEIAS DE VISITA À JF ALMEIDA

Paulo Almeida Sande, cabeça de lista do Aliança para as eleições europeias, está esta manhã de visita à JF Almeida, empresa vimaranense, com sede em Moreira de Cónegos, e que atua no têxtil. Num setor tradicional que atravessou tempos de mudança, o exemplo da JF Almeida foi um dos aspetos em destaque.

Conhecer os bons exemplos e perceber os constrangimentos é, para Paulo Almeida Sande, a base para o trabalho do Aliança, que tem em maio as suas primeiras eleições. Enquadrada naquilo que o partido considera ser um bom exemplo, está a JF Almeida. “É uma empresa de sucesso e exportadora e o Aliança preocupa-se muito com o desenvolvimento económico. Aliás, o crescimento económico é um dos nossos principais eixos de comunicação, de política e de futuro para Portugal. E esta é uma empresa exemplar nesta matéria, é uma empresa familiar e está num setor que soube renovar-se e alterar a sua forma de viver no mundo dos negócios. Isso para nós é importante, não apenas como exemplo, mas também para tentar perceber no que é que, em termos de problemas e constrangimentos, podemos ajudar”, assumiu Paulo Almeida Sande.

Segundo explicou, o partido pretende assentar a sua ação política num reconhecimento do território nacional, num trabalho que se vai desenvolver ao longo dos próximos anos. “Quando dizemos que queremos que o país cresça, e que tem de assentar aí a solução para o futuro de Portugal, temos de encontrar os bons exemplos e perceber como é que algumas empresas, como é este caso, têm sucesso nessa capacidade de serem concorrenciais e, em segundo lugar, perceber também quais continuam a ser os constrangimentos e como é que o Estado pode ajudar. Nós queremos ganhar as eleições e poder contribuir para Portugal e isso é um trabalho para cinco anos”, explicou.

A ligação de Portugal com a Europa é, para Paulo Almeida Sande, “a grande mudança de paradigma” que pretendem introduzir, considerando ainda que “a Europa deve ser também uma realidade portuguesa”.

Quanto ao setor têxtil no país, o cabeça de lista do Aliança considera que é necessário “estar à frente dos acontecimentos”. “O têxtil é um setor tradicional mas sofreu muito com a concorrência, até com a Europa, porque a Europa, como sabemos, adotou uma política de abertura em termos comerciais para conquistar outros mercados e alguns dos país que mais sofreram foram os que tinham essas indústrias”, concluiu.

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