Caldelas terá “regras apertadas” no mercado de frutas, legumes e bens alimentares essenciais

A limitação a 20 pessoas dentro do recinto, num tempo máximo de permanência de 30 minutos e atendimento de um único cliente de cada vez “garantem segurança para quem compra”, segundo a Junta de Freguesia.

A Câmara Municipal de Guimarães e a Junta de Freguesia de Caldelas reabriram a possibilidade de venda de legumes e outros bens essenciais a partir da próxima segunda-feira, escreve a Junta de Caldelas em comunicado.

Ainda assim, o mercado contará com regras de funcionamento iguais às dos centros comerciais e dos supermercados, ou seja: limitação a 20 pessoas dentro do recinto, num tempo máximo de permanência de 30 minutos e atendimento de um único cliente de cada vez garantem segurança para quem compra, de acordo com o mesmo documento. Os vendedores com mais de 70 anos e que integrem grupos de risco não poderão vender na feira semanal. 

“Não seria compreensível que as grandes superfícies e os shoppings pudessem continuar a funcionar e a vender e os pequenos produtores não. O Mercado semanal da Vila das Taipas é um dos espaços onde habitualmente a nossa comunidade e das freguesias vizinhas se abastecem de bens essenciais e não poderia ficar fechado até junho”, refere Luís Soares, presidente da Junta de Freguesia.

O autarca local explicou ainda que os pequenos mercados estiveram sempre em funcionamento em Guimarães e no país porque são espaços que escoam produtos locais, não sujeitos a transporte de longo curso, contribuindo para a interrupção das cadeias de transmissão do COVID-19 (casos importados). “Por isso criamos condições de segurança e higiene, previstas na lei e que permitem o funcionamento de outros estabelecimentos comerciais de grande, média e pequena dimensão. Reforçamos todas as medidas de segurança: o acesso será controlado e limitado de acordo com a área do recinto da feira semanal utilizado, e a permanência pelo tempo estritamente necessário à aquisição dos produtos (20 pessoas em simultâneo, pelo período máximo de 30 minutos cada); instalaremos zonas de espera, assegurando o distanciamento mínimo de dois metros entre os clientes que estão a aguardar a autorização de acesso no recinto; e ainda procederemos à desinfeção do recinto.”

No mesmo comunicado, Luís Soares relembra que é fundamental respeitar a lei, o dever de confinamento, o dever especial de proteção e o dever de recolhimento domiciliário, limitando-se a saída do domicílio ao estritamente essencial, deveres que violados podem configurar crime de desobediência, nos termos da lei. Por esse motivo os vendedores com mais de 70 anos e que integrem grupos de risco não poderão vender na feira semanal. 

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