Câmara reforça apoio aos seniores e prevê alargar projetos sociais a mais freguesias

A Câmara Municipal de Guimarães assinou esta terça-feira, 21 de julho, oito novos protocolos com Juntas e Uniões de Freguesia para reforçar a rede de apoio à população sénior, num investimento municipal de cerca de 160 mil euros.

© CMG

O presidente da autarquia, Ricardo Araújo, assumiu a intenção de estender progressivamente estas respostas sociais a mais freguesias do concelho e aumentar o número de beneficiários.

A cerimónia decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho e envolveu as Juntas de Freguesia de Caldelas, Candoso São Martinho, São Torcato, Urgezes, Ponte, Prazins Santo Tirso e Gonça, bem como a União de Freguesias de Arosa e Castelões.

Os projetos apoiados incluem serviços de proximidade dirigidos à população mais idosa, como apoio domiciliário, transporte para consultas e outros serviços, acompanhamento psicológico, pequenas reparações nas habitações, encaminhamento social, atividade física, estimulação cognitiva, iniciativas culturais e ações de combate ao isolamento.

Na sessão, Ricardo Araújo sublinhou que o envelhecimento da população exige respostas cada vez mais próximas e eficazes. “É uma prioridade criarmos condições para que os nossos seniores possam ter uma vida feliz”, afirmou, defendendo que os idosos devem permanecer ativos, acompanhados e integrados nas suas comunidades. “Quando falamos em qualidade de vida, é a mesma qualidade de vida para todos; para as crianças e também para os nossos seniores”, acrescentou.

Os oito protocolos agora formalizados dão continuidade ao processo iniciado em março, quando o Município celebrou cinco acordos semelhantes, num investimento superior a 162 mil euros. Com esta nova fase, passam a estar apoiados 15 projetos sociais promovidos por 15 Juntas e Uniões de Freguesia, estando prevista para setembro a assinatura dos dois protocolos ainda em falta.

O autarca garantiu, contudo, que o objetivo passa por ir mais longe. “Estas necessidades aplicam-se a todo o concelho”, afirmou, defendendo o alargamento gradual destas respostas a mais freguesias, de forma faseada e em função da capacidade financeira do Município e da preparação de cada território para implementar os projetos. Ricardo Araújo salientou ainda que o sucesso da iniciativa será avaliado pelo impacto junto da população. “Mais importante do que a divisão administrativa são as pessoas. Não queremos apenas mais freguesias abrangidas; queremos mais pessoas envolvidas nestes projetos”, concluiu.

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