CDU: “Guimarães padece de um histórico défice de habitação”

Comício no jardim da Alameda.

BE1DC0AF-4FFE-46D5-880B-D335FD646462

A CDU realizou esta sexta-feira, dia 19 de agosto, um Comício no jardim da Alameda.

© Direitos Reservados

Depois de um momento musical levado a cabo por Jorge Lomba, em nome da Juventude CDU, João Luís alertou para o agravamento da situação para os jovens. “Os problemas com que os jovens se deparam são cada mais difíceis. O governo do PS finge ignorar a precariedade laboral, os baixos salários, os problemas nas escolas e instituições do ensino superior. É necessário que deixe empurrar os mais jovens para uma vida de instabilidade e incerteza”, disse.

Bruna Alves tomou a palavra em nome do Coletivo da CDU de Guimarães e destacou os temas da habitação e mobilidade. Para a dirigente “Guimarães padece de um histórico défice de habitação. Défice histórico em todos os segmentos. Faltam casas para arrendar e mesmo as construídas para venda não satisfazem as necessidades”.

Em consequência, acrescenta, “as rendas são insuportáveis para quem vive com os salários mínimos da têxtil e afins, ou com as baixas reformas”. Esta é a realidade social que, explica, “ajuda a perceber que Guimarães não atrai nem fixa a população jovem”.

“O modelo seguido pelo município tem sido o esperar que o mercado cumpra o papel que no liberalismo lhe está confiado”, diz Bruna Alves. O partido exige, ainda, “a municipalização dos TUG – Transportes Públicos de Guimarães, único modelo de gestão que possibilita uma intervenção camarária de acordo com as conhecidas necessidades de transportes mais baratos, mais confortáveis e fiáveis, mais frequentes e mais pontuais, alargados a todo o concelho”.

“A proposta do PCP de aposta no transporte ferroviário, nomeadamente com a construção da ligação direta entre Guimarães e Braga é da maior urgência”, acredita, adiantando que é “inaceitável” o tempo que se demora a fazer o percurso entre as duas cidades.

PUBLICIDADE
Arcol

NOTÍCIAS RELACIONADAS