Centro Ciência Viva está a produzir suportes para máscaras (para além das viseiras)

Suporte substitui os elásticos tradicionais das máscaras cirúrgicas.

© DR

Depois de produzir viseiras de proteção individual para oferecer a instituições do concelho, o Centro Ciência Viva de Guimarães quis “aumentar a sua capacidade de resposta face aos pedidos que foram surgindo”. Por isso, passou também a produzir suportes para as máscaras cirúrgicas, que substituem os elásticos habituais.

“Imagine-se o que é trabalhar 12 horas com uma máscara dessas. Estamos a produzir peças que permitem segurar as máscaras sem necessidade de prender os elásticos nas orelhas. Estas peças são maleáveis o suficiente para se adequarem ao contorno da nunca de cada utilizador. A sua grande vantagem é que evita que os elásticos tenham que ser presos nas orelhas, passam a encaixar nesta peça”, explica Sérgio Silva, diretor do centro, citado em comunicado.

Contudo, a capacidade de resposta do Centro de Ciência Viva “tem limitações” e as duas impressoras 3D não são suficientes para corresponder “ao aumento da procura e aos pedidos” — já que as viseiras continuam a ser produzidas. Nesse sentido, o Clube Ciência Viva da Escola Abel Salazar (Ronfe) cedeu duas impressoras 3D. “Desta forma, estamos a conseguir produzir as primeiras unidades destas peças que serão depois oferecidas em articulação com o Município de Guimarães”, conclui Sérgio Silva.

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