Concelhia do PS considera classificação de Couros um “notável momento de orgulho”

Este galardão "alarga, visibiliza e responsabiliza especialmente Guimarães enquanto cidade Património Cultural da Humanidade", dizem os socialistas vimaranenses.

Ricardo-Costa

A classificação da Zona de Couros de Guimarães como Património Cultural da Humanidade, numa área que vai desde Couros à Rua D. João I, duplicando a área classificada do Centro Histórico de Guimarães, decisão que foi tomada ontem, na Sessão Alargada do Comité do Património Mundial, da UNESCO, em Riad, na Arábia Saudita, “constitui um notável reconhecimento da qualidade patrimonial da nova área classificada, mas também do seu significado histórico, urbanístico e estético, referências para a Humanidade”, considera a concelhia do Partido Socialista de Guimarães.

Numa nota enviada à Comunicação Social, os socialistas referem que este galardão, que “alarga, visibiliza e responsabiliza especialmente Guimarães enquanto cidade Património Cultural da Humanidade, constitui o reconhecimento, sobretudo, do trabalho ancestral de gerações de vimaranenses para a cultura universal, revelando uma realidade urbana e histórica de consolidação económica, social e cultural que permite a Guimarães conhecer-se melhor e melhor se dar a conhecer ao mundo”.

Esta nova classificação também “obriga à criação de uma nova “zona tampão” de proteção dos bens classificados, que vai desde a encosta da Penha até à Veiga de Creixomil, garantia de preservação patrimonial, ambiental e cultural para as gerações vindouras de vimaranenses e portugueses”, acrescenta a concelhia presidida por Ricardo Costa.

Este alargamento da área classificada, termina a nota, constitui “um notável momento de orgulho e alavanca de qualificação patrimonial e cívica que honra Guimarães e os vimaranenses e de que o Partido Socialista, em Guimarães, desde logo por via da Câmara Municipal, presidida por Domingos Bragança, foi pioneiro político e cultural”.

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