Delegação do BE reuniu com a administração do Hospital Senhora da Oliveira

Moisés Ferreira, José Maria Cardoso, Alexandra Vieira, deputados do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, e Sónia Ribeiro, deputado na Assembleia Municipal de Guimarães reuniram esta segunda-feira, dia 06 de dezembro, com a Administração do Hospital Senhora da Oliveira Guimarães.

© Eliseu Sampaio/Mais Guimarães

O Serviço Nacional de Saúde é uma “prioridade do Bloco de Esquerda, não deixando para trás as pessoas que nele trabalham, valorizando e construindo o serviço público de cuidados médicos com a qualidade que desejamos”, fez saber a delegação do partido que se deslocou à unidade de saúde vimaranense.

No encontro, foram ouvidos os representantes do Hospital Nossa Senhora da Oliveira e, entende a delegação do BE ser “crucial e necessário aumentar a resposta em cuidados continuados, bem como a capacidade de internamento em regime hospitalar”, justificando esta declaração com o facto da rede nacional de cuidados continuados, manter, atualmente “pouco mais de oito mil lugares para responder às necessidades da população, quando deveria ter, pelo menos, o dobro. Com esta realidade seria possível libertar camas dos hospitais de doentes que têm alta médica, mas que, por razões sociais , continuam a necessitar de cuidados em instituição”, dizem.

Os representantes do BE questionaram também o Hospital sobre a instalação da Unidade de Hemodinâmica, tendo-lhes sido transmitido que a Administração está “realmente empenhada no melhor desfecho desta questão”, e que “têm sido feitos contactos com as partes intervenientes, nomeadamente a tutela  e o hospital de Braga onde já existe uma Unidade de Hemodinâmica, e no caso de Guimarães, só não será uma realidade se não houver uma convergência de vontades”.

© Eliseu Sampaio/Mais Guimarães

Foi referido também que “poderão ter ocorrido algumas falhas anteriores” a esta administração que, segundo a mesma, “tudo tem feito para operacionalizar o seu início no mais curto espaço de tempo, uma vez que mesmo assim não estariam acauteladas todas as necessidades, tendo em conta a densidade populacional”.  

O Bloco de Esquerda “tem defendido que o SNS a maior autonomia, mesmo a financeira, dos hospitais, para a contratação de pessoal em todas as áreas, bem como a aquisição de equipamentos, material e manutenção, pondo em questão a Lei dos Compromissos, ainda do tempo da Troika”.

Os representantes do BE terminam, lembrando que no Orçamento de Estado de 2022, o Bloco de Esquerda, “apresentou essa proposta que foi rejeitada pelo Partido Socialista”.

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