Exportações têxteis continuam em queda

Segundo os dados do INE, no mês de novembro de 2020, as exportações de têxteis e vestuário sofreram uma quebra de cerca de 7% face a novembro de 2019, tendo as exportações de vestuário sido as mais prejudicadas com uma quebra de 14%.

As exportações de matérias primas caíram 1,4%. As exportações de têxteis confecionados e têxtil lar, onde estão incluidas as máscaras, assinalaram uma subida de cerca de 14%.

Os artefactos têxteis confecionados, incluídos os moldes para vestuário (categoria onde se incluem as máscaras têxteis) com um crescimento de 207% (acréscimo de 7,4 milhões de euros) e as roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, com um crescimento de 7% (acréscimo de 3,5 milhões de euros).

As exportações de pastas, feltros e artigos de cordoaria aumentaram 12% (acréscimo de 2 milhões de euros) e as de tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados cresceram 13% (mais 3 milhões de euros).

As exportações para o Reino Unido, em novembro, aumentaram 10% (mais 3,4 milhões de euros), para os EUA subiram 10,5% (mais 3 milhões de euros) e para a República Checa cresceram 43% (acréscimo de 1,6 milhões de euros). Estes foram os destinos que assinalaram melhores desempenhos, em termos de crescimento absoluto das exportações no mês de novembro.

Inversamente, Espanha continua a liderar a tabela dos destinos que mais caiem (-23%; menos 30 milhões de euros), seguida de Itália (-16%; menos 5,4 milhões de euros) e França (-5%; menos 3 milhões de euros).

As importações de têxteis e vestuário no mês de novembro de 2020 registaram uma quebra de cerca de 16%.

Em termos acumulados, até novembro de 2020, o setor têxtil e vestuário exportou 4,3 mil milhões de euros, com uma quebra de cerca de 12% face ao mesmo período de 2019. No mesmo período, as importações do setor caíram cerca de 15%, perfazendo um total de 3,5 mil milhões de euros.

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