FEIRANTES DIZEM QUE O NEGÓCIO ESTÁ MAU E CULPAM A CRISE ECONÓMICA
Guimarães, Pevidém e Taipas são as feiras municipais semanais. Em agosto, os emigrantes trazem mais movimento. Contudo, todos que lá trabalham queixam-se do mesmo: a economia do país está a afetar o negócio, e muita gente não significa mais lucro.

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Sexta-feira, dia 31 de agosto. Estava agendada a última feira municipal do mês e a zona do mercado não poderia estar mais superlotada. Trânsito intenso, carros estacionados em cima do passeio e pessoas a circular no meio da estrada.
A feira de Guimarães, antigamente junto ao Castelo, é a mais movimentada do concelho, e no mês de agosto chega ao seu pico. No entanto, o negócio das feiras já “não é o que era” e a crise económica nacional é apontada como o maior obstáculo dos feirantes. “Já teve dias melhores. Muita gente, muita gente, mas o negócio cada vez pior”, começou por explicar Ana Silva, que vende roupa de bebé. O mês de agosto, com os emigrantes, “é melhor mas nada como há uns anos”. O motivo? “É a crise económica”, garantiu. “Nós cada vez temos os preços mais baixos e cada vez ganhamos menos”, só para manter o negócio que passa de geração em geração.
A reportagem para ler na íntegra na versão em papel do Mais Guimarães





