GASPAR MARQUES

Nome completo

Gaspar José Fernandes Marques

Nascimento

15 de agosto de 1972

Guimarães

Profissão

Técnico de cablagens auto

Desde 2012 a liderar os destinos do Conquistadores Motoclube de Guimarães, como presidente, afirma que, “tem sido uma boa experiência porque estou rodeado de uma excelente equipa que me permite atingir os objetivos”.

A concentração de Guimarães tem crescido de ano para ano

A fazer 45 anos brevemente, Gaspar Marques afirma-se realizado com o que o Motoclube tem alcançado, nomeadamente o crescimento da concentração que, “a cada ano que passa está maior”, e que tem ainda mais condições para crescer agora que está no coração do concelho, mas também pelo moto-rali, que a meses de se realizar já tem centenas de inscrições, havendo mesmo quem se inscreva de uma edição para a seguinte, “dando provas de confiança na nossa organização”, e claro o Supercross de Arões, uma prova a contar para o campeonato nacional da modalidade.

Começou a anadar de mota ainda antes de ter idade para ter carta

Este filho de Guimarães, que estudou até ao 12º ano, tendo tirado um curso profissional de técnico de máquinas, com as motas está no seu meio natural. Começou a andar ainda antes de ter idade para poder tirar a carta e nunca mais parou. As motas são uma paixão que se vai moldando ao longo dos anos, mas que nunca desaparece. São poucas as pessoas que, tendo andado de mota, deixam de o fazer, a menos que tenham realmente problemas de saúde ou financeiros, e nesse caso “são muito infelizes”. As motas vão mudando como as pessoas. Atualmente a máquina de Gaspar Marques é uma trail, uma BMW, feita para tragar quilómetros. O presidente do Motoclube de Guimarães faz, mais ou menos, oito mil quilómetros por ano. A mota é o meio de deslocação preferido, mas nem sempre o escolhido. “Depende do destino” e também de quem transporta. É casado e tem dois filhos, dificilmente pode acomodar a família na mota.

Apesar dos oito mil quilómetros por ano, tem-se livrado de acidentes graves

Comparativamente com outros motards tem tido sorte: os acidentes graves nunca lhe bateram à porta. “Parti um pé uma vez”, é o balanço que faz de 30 anos a andar de mota. Pode dizer-se que há quem se magoe mais a andar de carro. Porém, sabe que o perigo está presente e, talvez por isso, tenha conseguido evitá-lo até aqui. Afinal, como muitos outros motards, já perdeu um amigo num acidente.

O Motoclube tem colaborado com instituições relevantes como a Cercigui ou a ACM

Na sua presidência, o Motoclube de Guimarães tem ganho uma relevância enquanto instituição que faz com que hoje os motards já não sejam olhados como marginais. Tem estabelecido boas relações com as autoridades e com o Município. A prova disso é a realização da concentração no Multiusos, um espaço muito mais condigno do que aquele que no passado ocupavam nas Taipas. “Agora podemos aspirar a crescer ainda mais”. Não esconde que tem sonhos e projetos para o Motoclube, mas afirma que para já são “segredo”.

Por: Rui Dias

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