Guimarães Allegro celebra 10ª edição com concerto de abertura na Igreja de São Francisco

Festival de música erudita decorre de até domingo, dia 13, com programação diversa e nomes de referência no panorama nacional e internacional.

© CMG

A 10ª edição do Guimarães Allegro arranca esta quinta-feira, 10 de julho, com um concerto da Orquestra de Guimarães, sob direção do maestro Vítor Matos, e com a participação especial do violinista vimaranense Emanuel Salvador. O espetáculo tem lugar às 22h00 na Igreja de São Francisco, marcando o início de três dias intensos dedicados à música erudita, num festival que se tem vindo a afirmar como uma referência a nível regional e nacional.

Nesta sexta-feira, 12 de julho, às 19h00, a Sociedade Musical de Guimarães recebe os Jovens Solistas de Guimarães, e pelas 22h00 será a vez do Quarteto de Cordas de Guimarães subir ao palco do Centro Cultural Vila Flor.

O sábado, 13 de julho, último dia do evento, promete ser o mais intenso, com atuações em vários espaços da cidade entre as 10h00 e as 23h00. O público poderá ouvir formações como o Quinteto de Trombones da Banda Musical de Caldas das Taipas, o Quinteto de Metais da Banda Filarmónica de Moreira de Cónegos, a Orquestra Sinfónica Infantil, a Big Band do Conservatório de Guimarães e o Sexteto Quintessência.

A programação inclui ainda atuações do Dokwerk Saxophone Quartet, do Quinteto de Sopros – Solistas da Orquestra de Guimarães, do Lx Tuba Ensemble, dos Jovens Cantores de Guimarães e dos Pequenos Cantores de la Orcam, de Madrid.

A noite de encerramento será dedicada à fusão de géneros, com os espetáculos “Clarinete em fado e outras músicas” e “Supertronik Bootleg”, prometendo encerrar o festival com uma nota de inovação e energia.

Na apresentação do programa, o Vereador da Cultura, Miguel Oliveira, destacou que este é um evento que se “começa a consolidar não só a nível local, mas também regional e diria mesmo até nacional. É uma daquelas iniciativas com muita margem de crescimento para a sua afirmação”, sublinhou.

Já o maestro Vítor Matos frisou o papel do Guimarães Allegro na democratização da música erudita, elogiando a forma como o festival ocupa espaços patrimoniais da cidade e se dirige a públicos diversos através de linguagens e formatos inovadores. “É uma proposta única em Portugal”, afirmou.

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