Guimarães Clássico aposta na música de câmara e na formação de jovens músicos

De 11 a 16 de agosto, Guimarães será o epicentro da música clássica em Portugal com a realização da 7ª edição do Festival Guimarães Clássico. O evento, que tem vindo a consolidar-se no panorama cultural nacional, aposta este ano na valorização da música de câmara, na formação artística de jovens músicos e na criação de experiências inovadoras para o público.

© CMG

Com direção artística centrada nos membros do Quarteto de Cordas de Guimarães, o festival propõe uma semana de intensa atividade musical, onde artistas internacionais consagrados e talentos emergentes se cruzam num ambiente de partilha, criatividade e aprendizagem. A iniciativa destaca-se pelo seu compromisso com a excelência artística, sem descurar a vertente formativa e inclusiva.

O programa deste ano integra quatro concertos principais que revelam a diversidade e expressividade da música clássica. A abertura faz-se com uma interpretação original das célebres “Variações Goldberg”, numa versão adaptada para trio. Segue-se um espetáculo que cruza a tradição clássica com sonoridades pop/rock, protagonizado pelos músicos Konrad Skolara e Borys Sawaszkiewicz, acompanhados pelo quarteto de cordas. A programação inclui ainda dois concertos orquestrais: um evocativo dos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, com obras de compositores da época, e outro de inspiração barroca, com a participação dos solistas So-Ock Kim, Andriy Viytovych e Wioletta Hebrowska-Klein.

Para além dos concertos de palco, o Guimarães Clássico propõe um conjunto de atividades paralelas pensadas para promover a aproximação entre a música clássica e a comunidade. Entre elas, contam-se conferências temáticas, concertos itinerantes em espaços museológicos, recitais intimistas e até uma sessão de ioga com acompanhamento musical ao vivo pelo quarteto de cordas, numa fusão entre bem-estar e arte.

PUBLICIDADE
Arcol

NOTÍCIAS RELACIONADAS