Heimtextil 2026: Guimarães no centro do mundo têxtil
A edição de 2026 da Heimtextil confirma aquilo que, em Guimarães, há muito se sabe: o concelho é um dos grandes motores da indústria têxtil portuguesa e europeia. A forte presença empresarial vimaranense na maior feira internacional de têxteis-lar não é apenas um dado estatístico impressionante, é uma afirmação clara de capacidade, visão estratégica e ambição coletiva.

© Eliseu Sampaio
Com 34 empresas presentes, num total de 46 portuguesas, Guimarães assume-se como o município nacional com maior representação no certame. Este número fala por si, mas ganha ainda mais significado quando analisado à luz do contexto internacional altamente competitivo em que a Heimtextil se insere. Estar presente já é relevante; destacar-se é sinal de liderança.
As palavras do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, refletem bem este momento. A aposta contínua na inovação, na diferenciação de produto e no valor acrescentado tem permitido às empresas vimaranenses não só resistirem às adversidades do setor, mas também posicionarem-se na linha da frente. Não se trata apenas de produzir mais, mas de produzir melhor, com identidade, sustentabilidade e marca própria.
O reconhecimento do secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, reforça esta leitura. Ao considerar a Heimtextil “extremamente inspiradora” e ao apontar Portugal como líder em posicionamento e criação de marca, sublinha-se que Guimarães não é uma exceção isolada, mas sim um exemplo do caminho que a indústria nacional pode e deve seguir. Uma dinâmica empresarial forte, inovadora e virada para o futuro não surge por acaso; constrói-se com investimento, conhecimento e coragem.
Empresas como Lameirinho, J. Pereira Fernandes, , Domingos de Sousa, Pereira da Cunha ou Villafelpos são nomes que levam consigo o prestígio de uma região inteira.





