HOSPITAL TEM MAIS 15 CAMAS PARA A UNIDADE DE CIRURGIA DE AMBULATÓRIO

Novo espaço de recobro tardio conta com 15 camas, cinco delas para crianças. “A cirurgia de ambulatório é o futuro”, disse a diretora da UCA.

 

@Mais Guimarães

Há um novo espaço físico de recobro tardio no Hospital da Nossa Senhora da Oliveira (HNSO), em Guimarães. Aí, uma equipa de saúde garante o acompanhamento dos doentes submetidos a intervenção cirúrgica. São 15 as camas destinadas para os cuidados de saúde prestados a quem for operado no contexto da cirurgia de ambulatório: a oito camas dispersas por duas divisões contíguas juntam-se outras duas “para doentes mais críticos” e cinco para a ala pediátrica.

O espaço é, contudo, “provisório”, indicou a diretora da Unidade de Cirurgia de Ambulatório (UCA), Cristiana Fonseca, sem apontar uma data para algo mais concreto. Ainda assim, a diretora da UCA acrescentou que “a cirurgia de ambulatório é o futuro”, justificando a aposta do hospital no alargamento dos espaços que servem para prestar cuidados de saúdes aos utentes. Já o presidente do conselho de administração do HNSO, Henrique Capela, apontou que esta solução é uma aposta com prazo porque existe já “um projeto de ampliação da atual UCA, que nos permita ter lá estas camas de recobro”.

“Desejamos muito brevemente fazer obras e vamos necessitar de investimento, mais ou menos perspetivado na ordem do meio milhão de euros, no sentido de podermos realizar cirurgias de maior complexidade”, acrescentou. Segundo o presidente do hospital, foram realizadas, até agosto último, à volta de “cinco mil cirurgias”, estimando-se, no final do ano, que esse número chegue “às sete ou oito mil”. “Mais importante que aumentar esse número é aumentar o número de cirurgias de ambulatório de maior complexidade”, realçou, apontando a importância de ter um espaço de recobro que dantes não existia.

Mas estas não são as únicas obras perspetivadas ou em execução no hospital. “As obras de urgências estão a decorrer num ritmo normal e pensa-se que terminarão até ao final do ano”, adiantou. Henrique Capela anunciou, contudo, que com a “segunda fase” da empreitada, a “parte antiga” do edifício do serviço de Urgência será encerrada. A partir “do final de outubro”, os acessos a este serviço “serão fortemente condicionados”, já que a Urgência “só irá ter capacidade para tratar aqueles casos que deve tratar: os vermelhos, laranjas e amarelos”. Por isso, resolver o “os verdes e azuis” passará por falar e trabalhar com “os cuidados primários” para que se alargue a oferta de espaço e tempo para utentes “em situações menos graves”. O presidente do HNSO referiu, contudo, que este assunto ainda será aprofundado.

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