João Reis celebra centenário recordando o nascimento do seu amor ao Vitória

 

O ator João Reis não esqueceu as origens e, nas redes sociais, recordou os primeiros momentos da sua paixão ao Vitória. “A primeira vez que o meu avô me levou ao estádio do Vitória, devia ter os meus 5/6 anos. Não me lembro do primeiro jogo, mas lembro-me de muitos outros em que no final enviava a pontuação dos jogadores e o comentário do jogo para o jornal do Vitória, ou de ir com o meu pai à secretaria da D.João I, pagar as quotas nas férias de Verão”, lembrou.

“Em Guimarães, o meu pai, o meu avô e o meu tio Matias, éramos o quarteto infalível, em Lisboa, era eu e o meu pai em todos jogos, “no matter what”. E lembro-me de ver jogar o Tito, o Jesus, o Abreu, o Jeremias – um jogador tremendo – e poder sentar-me, nos outros estádios, onde eu quisesse. O meu pai com o cachecol e eu com a bandeirinha. E muitos a acompanhar os outros jogos, com rádios que se escondiam atrás da orelha e onde, de vez em quando, alguém festejava um golo “encavado” ao rival”, acrescentou.

E prosseguiu. “Não sou nostálgico, ou pelo menos evito sê-lo, os tempos mudam. Hoje, há coisas insustentáveis e muito pouco exemplares no mundo do futebol, mas o pretexto desta memória juvenil é apenas para celebrar os 100 anos do meu clube do coração onde, nos últimos anos, as outras modalidades têm feito uma ascensão notável e trazido outras conquistas que engrandecem o Vitória. Eu levo pelo menos meio século de relação estável e duradoura com o meu clube, e se os deuses me ajudarem cá estarei mais umas décadas para celebrar esta grande paixão”, concluiu.

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