Juntos por Guimarães promete lançar um Plano de Habitação acessível para jovens e classe média
A coligação Juntos por Guimarães definiu a habitação como uma das prioridades centrais do seu programa para o concelho. Frente ao crescente desafio de garantir casas a preços justos, especialmente para jovens e famílias da classe média, a coligação propõe um conjunto de medidas para assegurar "condições de vida dignas e fixar a população local".

© Juntos por Guimarães
“A habitação é a base da estabilidade familiar, do desenvolvimento económico e da coesão social. Queremos que os jovens possam viver e trabalhar em Guimarães, que as famílias encontrem aqui oportunidades para crescer e que a cidade seja exemplo de qualidade de vida e de acessibilidade na habitação”, afirma Ricardo Araújo, candidato da coligação à Câmara Municipal.
O plano assenta numa aposta na criação de soluções de habitação a custos acessíveis. A coligação compromete-se a lançar um Plano de Habitação acessível para jovens e classe média, “garantindo que mais famílias possam fixar-se em Guimarães e ter acesso a casas a preços compatíveis com os seus rendimentos”. Em paralelo, está prevista a “construção de 500 novas casas a custos controlados, um investimento essencial para responder à procura crescente e reduzir a pressão no mercado imobiliário”.
Outro eixo estruturante da proposta é o aumento de terrenos urbanos destinados a habitação, assegurando que o concelho dispõe de solo disponível para responder às necessidades atuais e futuras. Este esforço será acompanhado por uma “forte aposta na simplificação, desburocratização e rapidez dos processos de licenciamento, permitindo que os projetos avancem de forma mais célere e eficiente, reduzindo entraves administrativos que hoje atrasam ou encarecem a construção”.
Com esta estratégia para a habitação, a coligação Juntos por Guimarães reafirma o seu compromisso em construir “um concelho mais próximo, inclusivo e preparado para enfrentar os desafios da nova geração de vimaranenses, garantindo que o direito à habitação é uma realidade acessível a todos”, pode ler-se na proposta enviada às redações.