Máscaras e vestuário hospitalar vão segurando o têxtil

Segundo os dados publicados pelo INE, em maio continuou a sentir-se o efeito da pandemia nas exportações portuguesas de têxteis e vestuário com uma quebra de 32% face a maio de 2019.

Considerando o período de janeiro a maio, a queda ascende agora a cerca de 19%, englobando a maioria dos produtos, com algumas exceções, como por exemplo, as exportações de produtos relacionados com a proteção do COVID 19, em particular, as máscaras, os quais registaram um aumento de quase 48 milhões de euros neste período, bem como o vestuário de proteção, como por exemplo batas hospitalares, o qual registou um aumento de cerca de 5 milhões de euros.

As exportações para a UE caíram cerca de 26%, enquanto que para países não comunitários (os quais representam, neste momento, 1/4 das exportações) subiram 14%.

Entre os destinos que mais cresceram nestes 5 meses, estão o Chipre (mais 4,6 milhões de euros), a Nicarágua (aumento de 1,8 milhão de euros), a Grécia, Trinidad e Tobago e Cabo Verde.

Em sentido inverso, continuamos com a Espanha a ser o destino que regista maior queda (menos 228 milhões de euros), o Reino Unido (menos 26 milhões de euros), a Itália (menos 17 milhões de euros), os Países Baixos (menos 15 milhões de euros), a França (menos 14 milhões de euros), todos eles considerados os destinos mais importantes para as exportações de têxteis e vestuário.

 

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