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Movimento Seixoso-Vieiros: Lítio Não confronta Marcelo com “graves prejuízos” da exploração de lítio

No passado mês de fevereiro, a Direção-Geral de Energia e Geologia deu luz verde ao procedimento concursal para atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de lítio em Portugal. Entre as áreas autorizadas para esta prospeção está a de “Seixoso-Vieiros” que inclui terrenos nos concelhos de Guimarães (Serzedo), Fafe, Celorico de Basto, Felgueiras, Amarante e Mondim de Basto.

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No passado mês de fevereiro, a Direção-Geral de Energia e Geologia deu luz verde ao procedimento concursal para atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de lítio em Portugal. Entre as áreas autorizadas para esta prospeção está a de “Seixoso-Vieiros” que inclui terrenos nos concelhos de Guimarães (Serzedo), Fafe, Celorico de Basto, Felgueiras, Amarante e Mondim de Basto.

© Direitos Reservados

Desde então que muitas vozes se têm feito ouvir alertando para “processos pouco transparentes” e “prejuízos graves para os terrenos e para a população”.

No passado dia 23 de julho, o Movimento Seixoso-Vieiros: Lítio Não deu um novo passo para aquele que se pretende que seja um “travão” no processo, ao entregarem uma carta aberta ao Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa marcou presença na inauguração de um memorial que a autarquia de Fafe concebeu para prestar homenagem, de forma simbólica, aos Presidentes da República que representaram Portugal ao longo dos últimos 48 anos.

Aproveitando a sua presença no evento, o Movimento Seixoso-Vieiros: Lítio Não diz ter informado o Presidente d República dos “graves riscos que a área de Seixoso Vieiros poderá correr ao ser integrada no concurso para prospeção e pesquisa de lítio”.

Relembrando que “a área de Seixoso Vieiros não preenche caraterísticas para um empreendimento de natureza extrativista, visto ser uma área densamente povoada, ao exemplo da área da Serra d’Arga que foi retirada do projeto nacional para a exploração de lítio”, o porta-voz do movimento, José Mário Teixeira afirma que Marcelo de Sousa é “um profundo conhecedor da região, por ter raízes em Celorico de Basto” e que, por isso, deverá conhecer “sobejamente os graves riscos e prejuízos, enumerando muitos destes,  de uma possível prospeção e exploração mineira nesta zona”. 

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